O profeta encoraja seus compatriotas na hora da
perseguição. O testemunho dos três jovens encoraja-nos: na perseguição e na
morte não se afastam da fé e do testemunho. Quem está em Deus nada teme, pois é
Ele quem nos liberta verdadeiramente. Acolhamos !
quarta-feira, 20 de março de 2013
Leitura do dia 20/03/2013
Daniel 3,14-20.24.49a.91-92.95
Leitura da Profecia de Daniel: Naqueles dias, 14o rei
Nabucodonosor tomou a palavra e disse: “É verdade, Sidrac, Misac e Abdênago,
que não prestais culto a meus deuses e não adorais a estátua de ouro que mandei
erguer? 15E
agora, quando ouvirdes tocar trombeta, flauta, cítara, harpa, saltério e
gaitas, e toda espécie de instrumentos, estais prontos a prostrar-vos e adorar
a estátua que mandei fazer? Mas, se não fizerdes adoração, no mesmo instante sereis
atirados na fornalha de fogo ardente; e qual é o deus que poderá libertar-vos
de minhas mãos?” 16Sidrac, Misac e Abdênago responderam ao rei
Nabucodonosor: “Não há necessidade de te respondermos sobre isto: 17se o
nosso Deus, a quem rendemos culto, pode livrar-nos da fornalha de fogo ardente,
ele também poderá libertar-nos de tuas mãos, ó rei. 18Mas, se
ele não quiser libertar-nos, fica sabendo, ó rei, que não prestaremos culto a
teus deuses e tampouco adoraremos a estátua de ouro que mandaste fazer”. 19A estas
palavras, Nabucodonosor encheu-se de cólera contra Sidrac, Misac e Abdênago, a
ponto de se alterar a expressão do rosto; deu ordem para acender a fornalha com
sete vezes mais fogo que de costume; 20e encarregou os soldados mais
fortes do exército para amarrarem Sidrac, Misac e Abdênago e os lançarem na
fornalha de fogo ardente. 24Os três jovens andavam de cá para lá no
meio das chamas, entoando hinos a Deus e bendizendo ao Senhor. 49aMas o
anjo do Senhor tinha descido simultaneamente na fornalha para junto de Azarias
e seus companheiros. 91O rei Nabucodonosor, tomado de pasmo, levantou-se
apressadamente, e perguntou a seus ministros: “Porventura, não lançamos três
homens bem amarrados no meio fogo?” Responderam ao rei: “É verdade, ó rei”. 92Disse
este: “Mas eu estou vendo quatro homens andando livremente no meio do fogo, sem
sofrerem nenhum mal, e o aspecto do quarto homem é semelhante ao de um filho de
Deus”. 95Exclamou
Nabucodonosor: “Bendito seja o Deus de Sidrac, Misac e Abdênago que enviou seu
anjo e libertou seus servos, que puseram nele sua confiança e transgrediram o
decreto do rei, preferindo entregar suas vidas a servir e adorar qualquer outro
Deus que não fosse o seu Deus. Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 20/03/2013
João
8,31-42
Proclamação
do Evangelho de Jesus Cristo segundo João: Naquele tempo, 31Jesus
disse aos judeus que nele tinham acreditado: “Se permanecerdes na minha
palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, 32e
conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. 33Responderam
eles: “Somos descendentes de Abraão, e nunca fomos escravos de ninguém. Como
podes dizer: ‘Vós vos tornareis livres’?” 34Jesus
respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, todo aquele que comete pecado é
escravo do pecado. 35O
escravo não permanece para sempre numa família, mas o filho permanece nela para
sempre. 36Se, pois, o Filho vos
libertar, sereis verdadeiramente livres. 37Bem sei
que sois descendentes de Abraão; no entanto, procurais matar-me, porque a minha
palavra não é acolhida por vós. 38Eu falo
o que vi junto do Pai; e vós fazeis o que ouvistes do vosso pai”. 39Eles responderam então: “Nosso pai
é Abraão”. Disse-lhes Jesus: “Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de
Abraão! 40Mas agora, vós procurais
matar-me, a mim, que vos falei a verdade que ouvi de Deus. Isto, Abraão não o
fez. 41Vós fazeis as obras do
vosso pai”. Disseram-lhe, então: “Nós não nascemos do adultério, temos um só
pai: Deus”. 42Respondeu-lhes
Jesus: “Se Deus fosse vosso Pai, certamente me amaríeis, porque de Deus é que
eu saí, e vim. Não vim por mim mesmo, mas foi ele que me enviou”. Palavra da
Salvação.
—
Glória a vós, Senhor!
terça-feira, 19 de março de 2013
Santo do dia 19/03/2013: São José
![]() |
São José |
São José
São raros os dados sobre as origens, a infância e a juventude
de José, o humilde carpinteiro de Nazaré, pai terrestre e adotivo de Jesus
Cristo, e esposo da Virgem de todas as virgens, Maria. Sabemos apenas que era
descendente da casa de David. Mas, a parte de sua vida da qual temos todo o
conhecimento basta para que sua canonização seja justificada. José é,
praticamente, o último elo de ligação entre o Velho e o Novo Testamento, o
derradeiro patriarca que recebeu a comunicação de Deus vivo, através do caminho
simples dos sonhos. Sobretudo escutou a palavra de Deus vivo. Escutando no
silêncio. Nas Sagradas Escrituras não há uma palavra sequer pronunciada por
José. Mas, sua missão na História da Salvação Humana é das mais importantes:
dar um nome a Jesus e fazê-lo descendente de David, necessário para que as
profecias se cumprissem. Por isso, na Igreja, José recebeu o título de
"homem justo". A palavra "justo" recorda a sua retidão
moral, a sua sincera adesão ao exercício da lei e a sua atitude de abertura
total à vontade do Pai celestial. Também nos momentos difíceis e às vezes
dramáticos, o humilde carpinteiro de Nazaré nunca arrogou para si mesmo o
direito de pôr em discussão o projeto de Deus. Esperou a chamada do Senhor e em
silêncio respeitou o mistério, deixando-se orientar pelo Altíssimo. Quando
recebeu a tarefa, cumpriu-a com dócil responsabilidade: escutou solícito o
anjo, quando se tratou de tomar como esposa a Virgem de Nazaré, na fuga para o
Egito e no regresso para Israel (Mateus 1 e 2, 18-25 e13-23). Com poucos mas
significativos traços, os evangelistas o descreveram como cuidadoso guardião de
Jesus, esposo atento e fiel, que exerceu a autoridade familiar numa constante
atitude de serviço. As Sagradas Escrituras nada mais nos dizem sobre ele, mas
neste silêncio está encerrado o próprio estilo da sua missão: uma existência
vivida no anonimato de todos os dias, mas com uma fé segura na Providência.
Somente uma fé profunda poderia fazer com que alguém se mostrasse tão
disponível à vontade de Deus. José amou, acreditou, confiou em Deus e no
Messias, com toda sua esperança. Apesar da grande importância de José na vida
de Jesus Cristo não há referências da data de sua morte. Os teólogos acreditam
que José tenha morrido três anos antes da crucificação de Jesus, ou seja quanto
Ele tinha trinta anos. Por isso, hoje é dia de festa para a Fé. O culto a São
José começou no Egito, passando mais tarde para o Ocidente, onde hoje alcança
grande popularidade. Em 1870, o Papa Pio IX o proclamou São José, padroeiro
universal da Igreja e, a partir de então, passou a ser venerado no dia 19 de
março. Porém, em 1955, o Papa Pio XII fixou também, o dia primeiro de maio para
celebrar São José, o trabalhador. Enquanto, o Papa João XXIII, inseriu o nome
de São José no Cânone romano, durante o seu pontificado.
Oração do dia 19/03/2013
Pai, ajuda-me a contemplar tua ação maravilhosa em relação à
concepção de teu Filho Jesus. Que eu reconheça nela tua oferta gratuita de
salvação para toda a humanidade. Amém!
Deus nos fala dia 19/03/2013
Nesse instante, nosso coração abre-se para acolher
a Palavra do Senhor. Ela nos faz compreender a vontade de Deus sobre nós. Por
isso, acolher a Palavra do Senhor é colocar-nos à disposição dele, para que
realize em nós maravilhas, como as que realizou em José e em Maria. Acolhemos!
Leitura do dia 19/03/2013
Primeira Leitura
2 Samuel 7,4-5a.12-14a.16
Leitura do Segundo Livro de Samuel: Naqueles dias, 4a
Palavra do Senhor foi dirigida a Natã nestes termos: 5a“Vai
dizer ao meu servo Davi: ‘Assim fala o Senhor: 12Quando chegar o fim dos
teus dias e repousares com teus pais, então, suscitarei, depois de ti, um filho
teu, e confirmarei a sua realeza. 13Será ele que construirá uma casa
para o meu nome, e eu firmarei para sempre o seu trono real. 14aEu
serei para ele um pai e ele será para mim um filho. 16Tua
casa e teu reino serão estáveis para sempre diante de mim, e teu trono será
firme para sempre’”. Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Segunda Leitura
Romanos 4,13.16-18.22
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos: Irmãos, 13não foi
por causa da Lei, mas por causa da justiça que vem da fé que Deus prometeu o
mundo como herança a Abraão ou à sua descendência. 16É em
virtude da fé que alguém se torna herdeiro. Logo, a condição de herdeiro é uma
graça, um dom gratuito, e a promessa de Deus continua valendo para toda a
descendência de Abraão, tanto para a descendência que se apega à Lei, quanto
para a que se apoia somente na fé de
Abraão, que é o pai de todos nós. 17Pois está escrito: “Eu fiz de ti
pai de muitos povos”. Ele é pai diante de Deus, porque creu em Deus que
vivifica os mortos e faz existir o que antes não existia. 18Contra
toda a humana esperança, ele firmou-se na esperança e na fé. Assim, tornou-se
pai de muitos povos, conforme lhe fora dito: “Assim será a tua prosperidade”. 22Esta
sua atitude de fé lhe foi creditada como justiça. Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 19/03/2013
Mateus
1,16.18-21.24a
PROCLAMAÇÃO
do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus: 16Jacó
gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. 18A origem de Jesus Cristo foi assim:
Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem
juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. 19José,
seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria em
segredo. 20Enquanto José pensava
nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José,
Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela
concebeu pela ação do Espírito Santo. 21Ela
dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu
povo dos seus pecados”. 24aQuando
acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado. Palavra da Salvação.
—
Glória a vós, Senhor!
Lucas
2,41-51
PROCLAMAÇÃO
do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas: 41Os
pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. 42Quando ele completou doze anos,
subiram para a festa, como de costume. 43Passados
os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em
Jerusalém, sem que seus pais o notassem. 44Pensando
que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a
procurá-lo entre os parentes e conhecidos. 45Não o
tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. 46Três
dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres,
escutando e fazendo perguntas. 47Todos
os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas
respostas. 48Ao vê-lo, seus pais
ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim
conosco? olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”. 49Jesus respondeu: “Por que me
procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” 50Eles, porém, não compreenderam as
palavras que lhes dissera. 51Jesus
desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Palavra da
Salvação.
—
Glória a vós, Senhor!
segunda-feira, 18 de março de 2013
Santo do dia 18/03/2013: São Cirilo de Jerusalém e Bem-aventurado Faustino Miguez
![]() |
São Cirilo de Jerusalém
|
![]() |
Bem-aventurado Faustino Miguez
|
Desde o início dos tempos cristãos a heresia se infiltrara na
Igreja, mas, foi no século IV, que ocorreram as do arianismo e do nestorianismo
causando profundas divisões. Cirilo viveu nesse período em Jerusalém, perto de
onde nascera em 315, de pais cristãos e bem situados financeiramente. Muito
preparado, desde a infância, nas Sagradas Escrituras e nas matérias
humanísticas, em 345, foi ordenado sacerdote. Em 348, foi consagrado, bispo de
Jerusalém. Ocupou o cargo durante aproximadamente trinta e cinco anos,
dezesseis dos quais passou no exílio, em três ocasiões diferentes. A primeira
porque o bispo Acácio, de grande influencia na Igreja, cuja obra foi citada por
São Jerônimo, acusou Cirilo de heresia. A segunda por ordem do imperador
Constâncio que entendeu ser Cirílo realmente um simpatizante dos hereges, mas
em sua defesa atuaram os bispos, Atanásio e Hilário, ambos Padres da Igreja
assim como o próprio bispo Cirilo o é. A terceira, foi a mais longa, porque o
imperador Valente, este sim herege, decidiu mandar de volta ao exílio todos os
bispos anistiados, fato que fez Cirilo peregrinar durante onze anos, por várias
cidades da Ásia, até a morte do soberano, em 378. O seu trabalho, entretanto
resistiu a tudo e chegou até nossos dias e especialmente porque ele sabia
ensinar o Evangelho, como poucos. Em sua cidade, logo que se tornou sacerdote e
no início do episcopado era o responsável por preparar os catecúmenos, isto é,
os adultos que se convertiam e iriam ser batizados. Foi nesse período que
escreveu dezoito discursos catequéticos, um sermão, a carta ao imperador
Constantino e outros pequenos fragmentos. Treze escritos eram dedicados à
exposição geral da doutrina e cinco dedicados ao comentário dos ritos
Sacramentais da iniciação cristã . Assim, seus escritos explicam detalhadamente
os "como" e os "porquês" de cada oração, do batismo, da
crisma, da penitência, dos sacramentos e dos mistérios do Cristianismo, ditos
dogmas da Igreja. Cirilo também soube viver a religião na prática. Numa época
de grande carestia, por exemplo, não hesitou em vender valiosos vasos
litúrgicos e outras preciosidades eclesiásticas, para matar a fome dos pobres
da cidade. Ele morreu no ano 386. Desde o início de sua vida religiosa, Cirilo
cujo caráter era afável e suave, sempre preferiu a catequese aos assuntos
polêmicos, chegando quase a se comprometer com os arianos e semi-arianos.
Porém, de maneira contundente aderiu à doutrina ortodoxa da Igreja no III
Concílio ecumênico de Constantinopla, em 382, no qual ficou clara sua sempre
fiel postura à Santa Sé e à Verdade de Cristo. Nessa oportunidade teve em seu
favor a eloqüência das vozes dos sinceros bispos e amigos, Atanásio e Hilário,
que o chamaram "valente lutador para defender a Igreja dos hereges que
negam as verdades de nossa religião". Sua canonização demorou porque,
durante muito tempo, seu pensamento teológico foi considerado vascilante, como
dizem os registros. Em 1882, o Papa Leão XIII, na solenidade em que instituiu
sua veneração, honrou São Cirilo de Jerusalém, com os títulos de doutor da
Igreja e príncipe dos catequistas católicos.
Bem-aventurado Faustino Miguez
Nascido no dia 24 de março de 1831 em Xamirás, província de Orense,
Espanha, era o quarto filho do casal Benito Miguez e Maria Gonzalez,
agricultores pobres e cristãos. Foi batizado com o nome de Miguel e assumiu o
nome de Faustino da Encarnação ao ser consagrado sacerdote. A sua vida
transcorreu como a de todos da sua idade, dividida entre os estudos, o trabalho
rural, o encontro com os amigos, a família e as orações. Estudou latim e
ciências humanas no Santuário de Nossa Senhora dos Milagres, em Orense, no qual
se sentiu chamado por Deus para se tornar sacerdote e professor segundo o
espírito de São José Calazans. No ano de 1850 ingressou no Noviciado das
Escolas Pias de São Fernando, em Madrid, onde tomou o hábito, professou os seus
votos perpétuos e se ordenou sacerdote, em 1856. Durante alguns anos, padre
Miguez desenvolveu seu apostolado em Cuba, no Colégio de Guanabacoa, onde
começou a se entusiasmar pelos estudos de Botânica e a se dedicar a uma
atividade que, com o tempo, viria a se constituir em uma de suas ocupações
prediletas: a produção e distribuição de ervas medicinais, que curavam
múltiplas doenças e com as quais recuperou importantes personalidades da sua
época. Depois, retornou à Espanha, e como padre escolápio, lecionou em muitas
escolas das mais variadas dioceses do país. Nos cinqüenta anos de magistério,
quis sempre ocupar o lugar comum de professor, sem cargos de destaque, para se
dedicar diretamente na formação e instrução das crianças e jovens. Em algumas
ocasiões chegou a ser o diretor dos alunos internos, para os quais foi amigo,
pai, companheiro e conselheiro. Escreveu vários livros de fácil compreensão,
sobre ciências naturais e botânica. Como sacerdote escolheu o ministério do
confessionário se tornando diretor espiritual de muitos paroquianos. Ao mesmo
tempo, para ajudar os doentes se dedicou à preparação de produtos
fitoterapeuticos, com os quais obteve curas surpreendentes. Enfrentou muitos
opositores, entretanto, muitos o procuravam porque já haviam sido curados pelas
propriedades das ervas que ele indicara. Após as polêmicas e oposições, doze
medicamentos foram aprovados pela Diretoria Geral da Sanidade Pública e
vendidos nas farmácias. Transferido para a diocese de Getafe, padre Faustino
fundou para o bem da humanidade, o Instituto Miguez, com a aprovação do
Vaticano, passando a cultivar e a produzir os medicamentos aprovados. Com isto,
trouxe muitas divisas para a Ordem. Em 1885, com a permissão dos seus
superiores, fundou o Instituto Calazanciano Filhas da Divina Pastora, este com
o intuito de dar às mulheres condições para uma melhor formação possibilitando
sua promoção familiar, pessoal e social. Aos noventa e quatro anos, morreu no
dia 18 de março de 1925, em Getafe, Espanha. Padre Faustino Miguez, foi
beatificado pelo Papa João Paulo II, em 1998. A sua festa litúrgica ocorre no
dia de sua morte.
Oração do dia 18/03/2013
Pai, tira do meu coração a maldade e a hipocrisia que me
tornam juiz iníquo do meu semelhante, não me permitindo ver a necessidade de
pôr em ordem a minha vida. Amém!
Deus nos fala dia 18/03/2013
Deus não abandona jamais aqueles que nele esperam.
A história de Susana mostra-nos para onde nos levam os falsos julgamentos. E,
por isso, também Jesus pela sua misericórdia liberta aquela mulher que era
acusada. Quem ama usa sempre de misericórdia!
Leitura do dia 18/03/2013
Daniel 13,41c-62
Leitura da Profecia de Daniel: Naqueles dias, 41ca
assembleia condenou Susana à morte. 42Susana, porém, chorando, disse em
voz alta: “Ó Deus eterno, que conheces as coisas escondidas e sabes tudo de
antemão, antes que aconteça! 43Tu sabes que é falso o testemunho que
levantaram contra mim! Estou condenada a morrer, quando nada fiz do que estes
maldosamente inventaram a meu respeito! 44O Senhor escutou sua
voz. 45Enquanto
a levavam para a execução, Deus suscitou o santo espírito de um adolescente, de
nome Daniel. 46E
ele clamou em alta voz: “Sou inocente do sangue desta mulher!”47Todo
povo então voltou-se para ele e perguntou: “Que palavra é esta, que acabas de
dizer?”48De
pé, no meio deles, Daniel respondeu: “Sois tão insensatos, filhos de Israel?
Sem julgamento e sem conhecimento da causa verdadeira, condenais uma filha de
Israel? 49Voltai
a repetir o julgamento, pois é falso o testemunho que levantaram contra ela!”50Todo o
povo voltou apressadamente, e outros anciãos disseram ao jovem: “Senta-te no
meio de nós e dá-nos o teu parecer, pois Deus te deu a honra da velhice”. 51Falou
então Daniel: “Mantende os dois separados, longe um do outro, e eu os
julgarei”. 52Tendo
sido separados, Daniel chamou um deles e lhe disse: “Velho encarquilhado no
mal! Agora aparecem os pecados que estavas habituado a praticar. 53Fazias
julgamentos injustos, condenando inocentes e absolvendo culpados, quando o
Senhor ordena: ‘Não farás morrer o inocente e o justo!’ 54Pois
bem, se é que viste, dize-me à sombra de que árvore os viste abraçados?” Ele
respondeu: “À sombra de uma aroeira”. 55Daniel replicou:
“Mentiste com perfeição, contra a tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus,
tendo recebido já a sentença divina, vai rachar-te pelo meio!” 56Mandando
sair este, ordenou que trouxessem o outro: “Raça de Canaã, e não de Judá, a
beleza fascinou-te e a paixão perverteu o teu coração. 57Era
assim que procedíeis com as filhas de Israel, e elas por medo sujeitavam-se a
vós. Mas uma filha de Judá não se submeteu a essa iniquidade. 58Agora,
pois, dize-me debaixo de que árvore os surpreendeste juntos?”Ele respondeu:
“Debaixo de uma azinheira”. 59Daniel retrucou: “Também tu mentiste com
perfeição, contra tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus já está à espera,
com a espada na mão, para cortar-te ao meio e para te exterminar!”60Toda a
assistência pôs-se a gritar com força, bendizendo a Deus, que salva os que nele
esperam. 61E
voltaram-se contra os dois velhos, pois Daniel os tinha convencido, por suas
próprias palavras, de que eram falsas testemunhas. E, agindo segundo a lei de
Moisés, fizeram com eles aquilo que haviam tramado perversamente contra o
próximo. 62E
assim os mataram, enquanto, naquele dia, era salva uma vida inocente. Palavra
do Senhor.
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 18/03/2013
João
8,1-11
Proclamação
do Evangelho de Jesus Cristo segundo
João: Naquele tempo, 1Jesus
foi para o monte das Oliveiras. 2De
madrugada, voltou de novo ao Templo. Todo o povo se reuniu em volta dele.
Sentando-se, começou a ensiná-los. 3Entretanto,
os mestres da Lei e os fariseus trouxeram uma mulher surpreendida em adultério.
Levando-a para o meio deles, 4disseram
a Jesus: “Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério. 5Moisés na Lei mandou apedrejar tais
mulheres. Que dizes tu?” 6Perguntavam
isso para experimentar Jesus e para terem motivo de o acusar. Mas Jesus,
inclinando-se, começou a escrever com o dedo no chão. 7Como
persistissem em interrogá-lo, Jesus ergueu-se e disse: “Quem dentre vós não
tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra”. 8E
tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. 9E
eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos mais
velhos; e Jesus ficou sozinho, com a mulher que estava lá, no meio, em pé. 10Então Jesus se levantou e disse:
“Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?” 11Ela
respondeu: “Ninguém, Senhor”. Então Jesus lhe disse: “Eu, também, não te
condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais”. Palavra da Salvação.
—
Glória a vós, Senhor!
Assinar:
Postagens (Atom)


