quinta-feira, 30 de maio de 2013
Santo do dia 30/05/2013: Santa Joana d'Arc, São Fernando III e São José Marello
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Santa Joana d'Arc
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| São Fernando III |
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São José Marello
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Filha de Jaques d'Arc e Isabel, camponeses muito pobres,
Joana nasceu em Domrémy, na região francesa de Lorena, em 6 de janeiro de 1412.
Cresceu no meio rural, piedosa, devota e analfabeta, assinava seu nome
utilizando uma simples, mas significativa, cruz. Significativa porque já aos
treze anos começou a viver experiências místicas. Ouvia as "vozes" do
arcanjo Miguel, das santas Catarina de Alexandria e Margarida de Antioquia,
avisando que ela teria uma importante missão pela frente e deveria preparar-se
para ela. Os pais, no início, não deram importância , depois acharam que estava
louca e por fim acreditaram, mas temeram por Joana. A França vivia a Guerra dos
Cem Anos com a Inglaterra, governada por Henrique VI. Os franceses estavam
enfraquecidos com o rei deposto e os ingleses tentando firmar seus exércitos
para tomar de vez o trono. As mensagens que Joana recebia exigiam que ela
expulsasse os invasores, reconquistasse a cidade de Orleans e reconduzisse ao
trono o rei Carlos VII, para ser coroado na catedral de Reims, novamente como
legítimo rei da França. A ordem para ela não parecia impossível, bastava
cumpri-la, pois tinha certeza de que Deus estava a seu lado. O problema maior
era conseguir falar pessoalmente com o rei deposto. Conseguiu aos dezoito anos
de idade. Carlos VII só concordou em seguir seus conselhos quando percebeu que
ela realmente tinha por trás de si o sinal de Deus. Isso porque Joana falou com
o rei sobre assuntos que na verdade eram segredos militares e de Estado, que
ninguém conhecia, a não ser ele. Deu-lhe, então, a chefia de seus exércitos.
Joana vestiu armadura de aço, empunhou como única arma uma bandeira com a cruz
e os nomes de Jesus e Maria nela bordados, chamando os comandantes à luta pela
pátria e por Deus. E o que aconteceu na batalha que teve aquela figura
feminina, jovem e mística, que nada entendia de táticas ou estratégias
militares, à frente dos soldados, foi inenarrável. Os franceses sitiados
reagiram e venceram os invasores ingleses, livrando o país da submissão. Carlos
VII foi, então, coroado na catedral de Reims, como era tradição na realeza
francesa. A luta pela reconquista demorara cerca de um ano e ela desejava
voltar para sua vida simples no campo. Mas o rei exigiu que ela continuasse
comandando os exércitos na reconquista de Paris. Ela obedeceu, mas foi ferida e
também traída, sendo vendida para os ingleses, que decidiram julgá-la por
heresia. Num processo religioso grotesco, completamente ilegal, foi condenada à
fogueira como "feiticeira, blasfema e herética". Tinha dezenove anos
e morreu murmurando os nomes de Jesus e Maria, em 30 de maio de 1431, diante da
comoção popular na praça do Mercado Vermelho, em Rouen. Não fossem os fatos
devidamente conhecidos e comprovados, seria difícil crer na existência dessa
jovem mártir, que sacrificou sua vida pela libertação de sua pátria e de seu
povo. Vinte anos depois, o processo foi revisto pelo papa Calisto III, que
constatou a injustiça e a reabilitou. Joana d'Arc foi canonizada em 1920 pelo
papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da França. O dia de hoje é comemorado
na França como data nacional, em memória de santa Joana d'Arc, mártir da pátria
e da fé.
São Fernando III
Fernando nasceu na vila de Valparaíso, em Zamora, Espanha, no
dia 1o de agosto de 1198. Era filho do famoso Afonso IX de Leão, que
reinou no século XII. Um rei que brilhou pelo poder, mas cujo filho o suplantou
pela glória e pela fé. A mãe era Barenguela de Castela, que o educou dentro dos
preceitos cristãos de amor incondicional a Deus e obediência total aos
mandamentos da Igreja. Assim ele cresceu, respeitando o ser humano e
preparando-se para defender sua terra e seu Deus. Assumiu com dezoito anos o
trono de Castela, quando já pertencia à Ordem Terceira Franciscana. Casou-se
com Beatriz da Suábia, filha do rei da Alemanha, uma das princesas mais
virtuosas de sua época, em 1219. Viúvo, em 1235, contraiu segundo matrimônio
com Maria de Ponthieu, bisneta do rei Luis VIII, da França. Ao todo teve treze
filhos, o filho mais velho foi seu sucessor e passou para a história como rei
Afonso X, o Sábio, e sua filha Eleonor, do segundo casamento, foi esposa do rei
Eduardo I da Inglaterra. Essas uniões serviram para estabilizar a casa real de
Leão e Castela com a realeza germânica, francesa e inglesa. Condizente com sua
fé, evitou os embates, inclusive os diplomáticos, e aplacou revoltas só com sua
presença e palavra, preferindo ceder em alguns pontos a recorrer à guerra. Sob
seu reinado foram mudados os códigos civis, ficando mais brandos sob a tutela
do Supremo Conselho de Castela, instituiu o castelhano como língua oficial e
única, fundou a famosa Universidade de Salamanca e libertou sua nação do
domínio dos árabes muçulmanos. Abrindo mão do tempo desperdiçado com novas
conquistas, utilizava-o para fundar novas dioceses, erguer novas catedrais,
igrejas, conventos e hospitais, sem recorrer a novos impostos, como dizem os
registros e a história. Em 1225, teve que pegar em armas contra os invasores
árabes, mas levou em sua companhia o arcebispo de Toledo, para que o ajudasse a
perseverar os soldados na fé. Queria, com a campanha militar, apenas
reconquistar seus domínios e propagar o catolicismo. Vencida a batalha, com a
expulsão dos muçulmanos, os despojos de guerra foram utilizados para a
construção da belíssima catedral de Toledo. Durante seu reinado, cidades
inteiras foram doadas às ordens religiosas, para que o povo não fosse oprimido
pela ganância dos senhores feudais. Com a morte do pai em 1230, foi coroado
também rei de Leão. Em seguida, chefiou um pequeno exército, aos seus moldes, e
reconquistou dos árabes ainda Córdoba e Sevilha, onde edificou a catedral de
Burgos. Pretendia lutar na África da mesma forma, mas foi acometido de uma
grave doença. Morreu aos cinqüenta e três anos, depois de despedir-se da
família, dos amigos e companheiros, no dia 30 de maio de 1252, em Sevilha.
Imediatamente, o seu culto surgiu e se propagou rapidamente por toda a Europa,
com muitas graças atribuídas à sua intercessão. Foi canonizado pelo papa
Clemente X, em 1671, após a comprovação de que seu corpo permaneceu incorrupto.
São Fernando III é venerado, no dia de sua morte, como padroeiro da Espanha.
São José Marello
José Marello nasceu em 26 de dezembro de 1844, em Turim,
Itália. Seus pais, Vincenzo e Ana Maria, eram da cidade de São Martino Alfieri.
Quando sua mãe morreu, ele tinha quatro anos de idade e um irmão chamado
Vitório. Seu pai, então, deixou seu comércio em Turim e retornou para sua
cidade natal, onde os filhos receberiam melhor educação e carinho, com a ajuda
dos avós. Aos onze anos, com o estudo básico concluído, quis estudar no
seminário de Asti. O pai não aprovou, mas consentiu. José o freqüentou até o
final da adolescência , quando sofreu uma séria crise de identidade e decidiu
abandonar tudo para estudar matemática em Turim. Mas, em 1863, foi contaminado
pelo tifo, ficando entre a vida e a morte. Quase desenganado, certo dia acordou
pensando ter sonhado com Nossa Senhora da Consolação, que lhe dizia para
retornar ao seminário. Depois disso, sarou e voltou aos estudos no seminário de
Asti, do qual saiu em 1868, ordenado sacerdote e nomeado secretário do bispo
daquela diocese. José e o bispo participaram do Concílio Vaticano I, entre 1869
e 1870. Posteriormente, acompanhou o bispo por toda a arquidiocese astiniana.
Com uma rotina incansável, ele atendia todos os problemas da paróquia, da
comunidade e das famílias. Muitas vezes, pensou em tornar-se um monge
contemplativo, entretanto sua forte vocação para as necessidades sociais o fez
seguir o exemplo do carisma dos fundadores, mais tarde chamados de "santos
sociais", do Piemonte. Corajosamente, assumiu a responsabilidade dos
problemas reais da época, sem se preocupar com o Estado, que fechava conventos,
seminários e confiscava os bens da Igreja, sempre convicto de que os
mandamentos não lhe poderiam ser confiscados por ninguém. Muito precisava ser
feito, pois cresciam a miséria, o abandono, as doenças, a ignorância religiosa
e a cultural. Mas, José também tinha de pensar nas outras pequenas paróquias da
diocese, em condições precárias, e ainda, não podia deixar de estimular os
padres, de cuidar da formação religiosa das crianças e jovens e de socorrer e
amparar os velhos. Por isso decidiu criar uma "associação religiosa
apostólica", em 1878, em Asti. O início foi muito difícil, contando apenas
com quatro jovens leigos. Mas a partir deles fundou, depois, a Congregação dos
Oblatos de São José, integrada por sacerdotes e irmãos leigos, chamados a
servir em todos os continentes. Os padres Josefinos pregam, confessam, educam,
fundam escolas, orfanatos, asilos, constroem igrejas e seminários. Dedicando-se
igualmente aos jovens, velhos, doentes, por isso seu fundador os chamou de
"oblatos", ou seja, "oferecidos" a servir em todas as
circunstâncias. Em 1888, o papa Leão XIII consagrou José Marello bispo de
Acqui. Porém, já com o físico muito enfraquecido pelo ritmo do serviço que
nunca conheceu descanso ou horário, quando foi para a cidade de Savona,
acompanhar a festa de São Filipe Néri, passou mal e morreu, aos cinqüenta e um
anos de idade, no dia 30 de maio de 1895. O papa João Paulo II o canonizou em
2001. A festa de são José Marello é celebrada no dia de sua morte e seu corpo
repousa no santuário que recebeu o seu nome, em Asti.
Oração do dia 30/05/2013
Pai, que o Espírito me ensine toda a verdade e me revele às
coisas que hão de vir, para que eu possa enveredar, com toda segurança, pelo
caminho que é Jesus. Amém!
Deus nos fala dia 30/05/2013
A Eucaristia é um alimento. Não é um remédio que
produz resultados automaticamente. É preciso recebê-la com fé, isto é,
assumindo o compromisso que o gesto significa: abertura de coração para a
comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs. Acolhamos o Senhor!
Leitura do dia 30/05/2013
Primeira Leitura
Gênesis 14,18-20
Leitura do Livro do Gênesis: 18Naqueles
dias, Melquisedec, rei de Salém, trouxe pão e vinho e, como sacerdote do Deus
Altíssimo, 19abençoou
Abrão, dizendo: “Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, criador do céu e da
terra! 20Bendito
seja o Deus Altíssimo, que entregou teus inimigos em tuas mãos!” E Abrão
entregou-lhe o dízimo de tudo. Palavra
do Senhor!
— Graças a Deus!
Segunda Leitura
Coríntios 11,23-26
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos
Coríntios: Irmãos: 23O que eu recebi do Senhor foi isso que eu vos transmiti: Na
noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão 24e, depois
de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei
isto em minha memória”. 25Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e
disse: “Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele
beberdes, fazei isto em minha memória”. 26Todas as vezes, de fato, que comerdes
deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até
que ele venha. Palavra do Senhor!
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 30/05/2013
Lucas
9,11b-17
PROCLAMAÇÃO
do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas: Naquele tempo, 11bJesus
acolheu as multidões, falava-lhes sobre o Reino de Deus e curava todos os que
precisavam. 12A tarde vinha chegando. Os
doze apóstolos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Despede a multidão, para
que possa ir aos povoados e campos vizinhos procurar hospedagem e comida, pois
estamos num lugar deserto”. 13Mas Jesus
disse: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Eles responderam: “Só temos cinco pães e
dois peixes. A não ser que fôssemos comprar comida para toda essa gente”. 14Estavam ali mais ou menos cinco mil homens.
Mas Jesus disse aos discípulos: “Mandai o povo sentar-se em grupos de
cinquenta”. 15Os discípulos assim fizeram, e
todos se sentaram. 16Então Jesus
tomou os cinco pães e os dois peixes, elevou os olhos para o céu, abençoou-os,
partiu-os e os deu aos discípulos para distribuí-los à multidão. 17Todos comeram e ficaram satisfeitos. E ainda
foram recolhidos doze cestos dos pedaços que sobraram. Palavra da Salvação!
—
Glória a vós, Senhor!
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Santo do dia 29/05/2013: Santa Úrsula Ledochowska
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Santa Úrsula Ledochowska
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Santa Úrsula Ledochowska
Júlia Ledochowska pertencia a uma família especialmente
abençoada. A sua irmã mais velha, Maria Teresa, era religiosa, fundou uma
congregação e foi inscrita no livro dos santos. O irmão, o padre Vladimiro foi
o vigésimo sexto preposto-geral dos jesuítas . Ela nasceu em 17 de abril de
1865 e os pais eram nobres poloneses que residiam na Áustria. Até o final da
adolescência viveu nesse país, onde completou os estudos, depois voltou com a
família para o solo polonês, estabelecendo-se na Croácia. Aos vinte e um anos,
ingressou no Convento das Irmãs Ursulinas de Cracóvia, pronunciando os votos
definitivos e tomando o nome de Úrsula em 1899. Ativa educadora, fundou um
pensionato feminino para jovens, promovendo entre os estudantes a Associação
das Filhas de Maria e foi, também, superiora do seu convento por quatro anos.
Foi chamada pelo pároco da igreja de Santa Catarina em Petersburgo, na Rússia,
que na época reprimia toda atividade religiosa, inclusive as de cunho
assistencial, para dirigir um internato de estudantes polonesas exiladas; nessa
função teve de usar roupas civis para sua segurança. Em 1909, fundou, também,
uma casa das ursulinas na Finlândia onde inovou com um pensionato e uma escola
ao ar livre, para moças doentes, seguindo o estilo inglês, ao mesmo tempo
fundando, na mesma Petersburgo, uma casa das Ursulinas. A sua cidadania e
origem austríaca a fizeram objeto de perseguição por parte da polícia russa
durante a Primeira Guerra Mundial , tanto que em 1914 se refugiou na Suécia,
onde fundou, também ali, um pensionato e uma escola. O seu grande senso de
apostolado a fez fundar para os católicos suecos o jornal
"Solglimstar", editado ainda hoje sob outra direção. Em 1917, foi
para a Dinamarca dar assistência aos poloneses perseguidos, onde permaneceu por
dois anos, quando, então, regressou para o seu convento na Polônia. Atendendo
um antigo anseio interior, em 1920 separou-se da sua congregação para fundar
uma nova ordem: as Irmãs Ursulinas do Sagrado Coração Agonizante, com a função
de dar assistência aos jovens abandonados e para cuidar dos pobres, velhos e
crianças. Na Polônia, devido à cor do hábito, se popularizaram como as
"ursulinas cinzas" e na Itália, como as "irmãs polonesas".
A ordem foi aprovada em 1930 e se desenvolveu com rapidez. Quando sua
fundadora, madre Úrsula, morreu, já existiam trinta e cinco casas e mais de mil
irmãs. Ela deixou vários livros, todos escritos em polonês, que foram
traduzidos para o italiano e francês. Madre Úrsula Ledochowska faleceu em Roma
no dia 29 de maio de 1939, na Casa mãe da Ordem, que conserva as suas
relíquias. O papa João Paulo II, em 1983, a beatificou, numa comovente
cerimônia em Poznan, quando visitava a Polônia. Vinte anos depois ele mesmo a
canonizou, declarando ser seu devoto. O culto em sua homenagem foi designado
para o dia de sua morte.
Oração do dia 29/05/2013
Pai, faze-me esperto no trato com os inimigos do Reino, de
modo a não ser vítima de suas ciladas e de suas intenções perversas. Amém!
Deus nos fala dia 29/05/2013
Saibam todos os povos que não há outro Deus senão
vós, nos diz o Livro do Eclesiástico. E Jesus fala aos discípulos sobre o
coroamento de sua missão: sua paixão e morte. E ensina-lhes que o fundamental é
servir e dar a vida em favor de muitos. Acolhamos o Senhor!
Leitura do dia 29/05/2013
Eclesiástico 36,1-2a.5-6.13-19
Leitura do Livro do Livro do Eclesiástico: 1Tende
piedade de nós, Senhor, Deus do mundo inteiro, e olhai! Mostrai-nos a luz do
vosso amor. 2aInfundi
o vosso temor em todos os povos que não vos procuram, para que saibam que não
há outro Deus senão vós. 5Que eles vos reconheçam, como nós reconhecemos,
que não há Deus além de vós, Senhor. 6Fazei novos milagres, renovai os
prodígios. 13Reuni
as tribos todas de Jacó, e dai-lhes a herança como no tempo antigo. 14Tende
piedade do povo chamado pelo vosso nome, e de Israel, a quem tratastes corno
primogênito. 15Compadecei-vos
de vossa santa cidade. de Jerusalém, lugar de vossa morada. 16Enchei Sião
de vossa majestade, e de vossa glória o templo. 17Dai testemunho daqueles que,
desde o inicio, são vossas criaturas, realizai o que os profetas em vosso nome
disseram. 18Dai
a recompensa àqueles que esperam em vós, mostrai que os vossos profetas tinham
razão. Escutai, Senhor, a oração dos vossos servos, 19pela benevolência que tendes
para com vosso povo, conduzi-nos no caminho da justiça, e que o mundo inteiro
reconheça que vós sois o Senhor, o Deus de todos os tempos. Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 29/05/2013
Marcos
10,32-45
PROCLAMAÇÃO
do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos: Naquele tempo, 32os discípulos estavam a caminho, subindo para
Jerusalém. Jesus ia na frente. Os discípulos estavam espantados, e aqueles que
iam atrás estavam com. medo. Jesus chamou de novo os Doze à parte e começou a
dizer-lhes o que estava para acontecer com ele: 33“Eis
que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem vai ser entregue aos
sumos sacerdotes e aos doutores da Lei. Eles o condenarão à morte e o
entregarão aos pagãos. 34Vão zombar
dele, cuspir nele, vão torturá-lo e matá-lo. E depois de três dias ele
ressuscitará”. 35Tiago e João, filhos de
Zebedeu, foram a Jesus e lhe disseram: “Mestre. queremos que faças por nós o
que vamos pedir”. 36Ele
perguntou: “Que quereis que eu vos faça?” 37Eles
responderam: “Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando
estiveres na tua glória!” 38Jesus então
lhes disse: ‘Vos não sabeis o que pedis. Por acaso podeis beber o cálice que eu
vou beber? Podeis ser batizados com o batismo com que vou ser batizado?” 39Eles responderam: “Podemos”. E ele lhes disse:
“Vós bebereis o cálice que eu devo beber e sereis batizados com o batismo com
que eu devo ser batizado. 40Mas não
depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. E para
aqueles a quem. foi reservado”. 41Quando os
outros dez discípulos ouviram isso, indignaram-se com Tiago e João, 42Jesus os chamou e disse: “Vós sabeis que os
chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam. 43Mas,
entre vós, não deve ser assim: quem quiser ser grande seja vosso servo: 44e quem quiser ser o primeiro seja o escravo de
todos. 45Porque o Filho do Homem não
veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para
muitos.” Palavra da Salvação.
—
Glória a vós, Senhor!
terça-feira, 28 de maio de 2013
Santo do dia 28/05/2013: São Germano de Paris
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São Germano de Paris
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São Germano de Paris
Nascer e prosseguir vivendo não foram tarefas fáceis para
Germano. Ele veio ao mundo na cidade de Autun, França, no ano 496. Diz a
tradição que sua mãe não o desejava, por isso tentou abortá-lo, mas não
conseguiu. Quando o menino atingiu a infância, ela atentou novamente contra a
vida dele, tentando envenená-lo, mas também foi em vão. Acredita-se que ele
pertencia a uma família burguesa e rica, pois, depois disso, foi criado por um
primo, bem mais velho, ermitão, chamado Escapilão, que o fez prosseguir os
estudos em Avalon. Germano, com certeza, viveu como ermitão durante quinze
anos, ao lado desse parente, em Lazy, aprendendo a doutrina de Cristo.
Decorrido esse tempo, em 531 ele foi chamado pelo bispo de Autun para trabalhar
ao seu lado, sendo ordenado diácono, e três anos depois, sacerdote. Quando o
bispo morreu, seu sucessor entregou a direção do mosteiro de São Sinforiano a
Germano, que pela decadência ali reinante o supervisionava com certa
dificuldade. Acabou deixando o posto por intrigas e pela austeridade que
desejava impor às regras da comunidade. Foi, então, para Paris, onde, pelos
seus dons, principalmente o do conselho, ganhou a estima do rei Childeberto,
que apreciava a sua sensatez. Em 536, o rei o convidou a ocupar o bispado de
Paris, e Germano aceitou, exercendo grande influência na corte merovíngia.
Nessa época, o rei Childeberto ficou gravemente enfermo, sendo curado com as
orações do bispo Germano. Como agradecimento, mandou construir uma grande
igreja e, bem próximo, um grande convento, que mais tarde se tornou o famoso
Seminário de Paris, centro avançado de estudo eclesiástico e de vida monástica.
Germano participou, ainda, de alguns importantes acontecimentos da Igreja da França:
do concilio de Tours, em 567, e dos concílios de Paris, inclusive o de 573, e a
consagração do bispo Félix de Bourges em 570. Entrementes não eram apenas os
nobres que o respeitavam, ele era amado pelo povo pobre da diocese. Germano era
pródigo em caridade e esmolas, dedicando ao seu rebanho um amor incondicional.
Freqüentemente, era visto apenas com sua túnica, pois o restante das roupas
vestira um pobre; ficava feliz por sentir frio, mas tendo a certeza de que o
pobre estava aquecido. Quando nada mais lhe restava, permanecia sentado, triste
e inquieto, com fisionomia mais grave e conversação mais severa. Assim viveu o
bispo Germano de Paris, até morrer no dia 28 de maio de 576. Logo os milagres e
graças começaram a acontecer e o seu culto foi autorizado pela Igreja, mantendo
a data de sua morte para a celebração. Suas relíquias se encontram na majestosa
igreja de São Germano de Paris, uma das mais belas construções da cidade.
Oração do dia 28/05/2013
Pai, ensina-me a viver a religião pura e agradável a ti.
Cheio de fé e disposto a perdoar e a viver reconciliado, que eu possa rejeitar
tudo o que desvirtua a verdadeira religião. Amém!
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