sábado, 24 de novembro de 2018

Cerco de Jericó Santa Rosa de Lima


Santo André Dung-Lac, presbítero, e seus companheiros, mártires!-(Cor Vermelha)

Santo do dia 24/11/2018: SANTO ANDRÉ DUNG-LAC E SEUS COMPANHEIROS


SANTO ANDRÉ DUNG-LAC E SEUS COMPANHEIROS
SANTO ANDRÉ DUNG-LAC E SEUS COMPANHEIROS
A evangelização do Vietnã começou no século XVI, através de missionários europeus de diversas ordens e congregações religiosas. São quatro séculos de perseguições sangrentas que levaram ao martírio milhares de cristãos massacrados nas montanhas, florestas e em regiões insalubres. Enfim, em todos os lugares onde buscaram refúgio. Hoje homenageamos cento e dezessete mártires vietnamitas, canonizados pelo papa João Paulo II em 1988. A maioria viveu e pregou entre os anos 1830 e 1870 e dentre eles é tomado como exemplo maior o padre André Dung Lac. Filho de pais muito pobres que o confiaram desde pequeno à guarda de um catequista, ordenou-se sacerdote em 1823 e foi cura e missionário em diversas partes do país. Foi salvo da prisão diversas vezes, graças a resgates pagos pelos fiéis, mas nunca concordou com eles. Uma citação sua mostra claramente o que pensava destes resgates: "Aqueles que morrem pela fé sobem ao céu. Ao contrário, nós que nos escondemos continuamente gastamos dinheiro para fugir dos perseguidores. Seria melhor deixar-nos prender e morrer". Finalmente, foi decapitado em 1839, em Hanói. Passada esta fase tenebrosa, veio um período de calma que durou cerca de setenta anos. Mas os martírios recomeçaram com a chegada do comunismo à região. Os anos de paz permitiram à Igreja que se reorganizasse em numerosas dioceses que reuniam centenas de milhares de fiéis. Mas os chineses e os russos aniquilaram, a partir de 1955, todas as instituições religiosas, dispersando os cristãos, prendendo, condenando e matando bispos, padres e fiéis, de maneira arrasadora. A única fuga possível era através de embarcações precárias que sucumbiam nas águas que poderiam significar a liberdade, mas que levavam invariavelmente à morte.

Oração do dia 24/11/2018


Senhor Jesus, ilumina minha mente e meu coração, para que eu possa compreender a ressurreição como manifestação do amor misericordioso do Pai pela humanidade. Amém!

Meditação do dia 24/11/2018


Jesus Cristo salvador destruiu o mal e a morte; fez brilhar pelo evangelho a luz e a vida imperecíveis!(2Timoteo 1,10)

Leitura do dia 24/11/2018


Apocalipse de São João 11,4-12
Leitura do Livro do Apocalipse de São João: Disseram a mim, João: 4Essas duas testemunhas são as duas oliveiras e os dois candelabros, que estão diante do Senhor da terra. 5Se alguém quiser fazer-lhes mal, um fogo sairá da boca delas e devorará seus inimigos. Sim, se alguém quiser fazer-lhes mal, é assim que vai morrer. 6Elas têm o poder de fechar o céu, de modo que não caia chuva alguma enquanto durar a sua missão profética. Elas têm também o poder de transformar as águas em sangue. E quantas vezes elas quiserem, podem ferir a terra com todo o tipo de praga. 7Quando elas terminarem o seu testemunho, a besta que sobe do Abismo vai combater contra elas, vai vencê-las e matá-las. 8E os cadáveres das duas testemunhas vão ficar expostos na praça da grande cidade, que se chama, simbolicamente, Sodoma e Egito, e na qual foi crucificado também o Senhor delas. 9Gente de todos os povos, raças, línguas e nações, verão seus cadáveres durante três dias e meio, e não deixarão que os corpos sejam sepultados. 10Os habitantes da terra farão festa pela morte das testemunhas; felicitar-se-ão e trocarão presentes, pois estes dois profetas estavam incomodando os habitantes da terra. 11Depois dos três dias e meio, um sopro de vida veio de Deus, penetrou nos dois profetas e eles ficaram de pé. Todos aqueles que os contemplavam, ficaram com muito medo. 12Ouvi então uma voz forte vinda do céu e chamando os dois: “Subi para aqui!” Eles subiram ao céu, na nuvem, enquanto os inimigos ficaram olhando. Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

Responsório do dia 24/11/2018

Salmos 143
— Bendito seja o Senhor, meu rochedo!
— Bendito seja o Senhor, meu rochedo, que adestrou minhas mãos para a luta, e os meus dedos treinou para a guerra!
— Ele é meu amor, meu refúgio, libertador, fortaleza e abrigo; é meu escudo: é nele que espero, ele submete as nações a meus pés.
— Um canto novo, meu Deus, vou cantar-vos, nas dez cordas da harpa louvar-vos, a vós que dais a vitória aos reis e salvais vosso servo Davi!

Responsório do dia 24/11/2018


Salmos 143
— Bendito seja o Senhor, meu rochedo!
— Bendito seja o Senhor, meu rochedo, que adestrou minhas mãos para a luta, e os meus dedos treinou para a guerra!
— Ele é meu amor, meu refúgio, libertador, fortaleza e abrigo; é meu escudo: é nele que espero, ele submete as nações a meus pés.
— Um canto novo, meu Deus, vou cantar-vos, nas dez cordas da harpa louvar-vos, a vós que dais a vitória aos reis e salvais vosso servo Davi!

Evangelho do dia 24/11/2018


Lucas 20,27-40
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas: Naquele tempo, 27aproximaram-se de Jesus alguns saduceus, que negam a ressurreição, 28e lhe perguntaram: “Mestre, Moisés deixou-nos escrito: se alguém tiver um irmão casado e este morrer sem filhos, deve casar-se com a viúva a fim de garantir a descendência para o seu irmão. 29Ora, havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu, sem deixar filhos. 30Também o segundo 31e o terceiro se casaram com a viúva. E assim os sete: todos morreram sem deixar filhos. 32Por fim, morreu também a mulher. 33Na ressurreição, ela será esposa de quem? Todos os sete estiveram casados com ela”. 34Jesus respondeu aos saduceus: “Nesta vida, os homens e as mulheres casam-se, 35mas os que forem julgados dignos da ressurreição dos mortos e de participar da vida futura, nem eles se casam nem elas se dão em casamento; 36e já não poderão morrer, pois serão iguais aos anjos, serão filhos de Deus, porque ressuscitaram. 37Que os mortos ressuscitam, Moisés também o indicou na passagem da sarça, quando chama o Senhor ‘o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’. 38Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos, pois todos vivem para ele”. 39Alguns doutores da Lei disseram a Jesus: “Mestre, tu falaste muito bem”. 40E ninguém mais tinha coragem de perguntar coisa alguma a Jesus. Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Cerco de Jericó Santa Rosa de Lima


33ª Semana do Tempo Comum!-(Cor Verde)

Santo do dia 23/11/2018: SÃO CLEMENTE I


SÃO CLEMENTE I
SÃO CLEMENTE I
Clemente foi o quarto papa, ainda no primeiro século. Nasceu em Roma, dirigiu a Igreja entre os anos 88 e 97 e foi contemporâneo de São João e São Paulo, tendo sido inclusive citado por este em seus escritos. Mas Clemente escreveu sua própria história, assumindo o comando do cristianismo já com a certeza do perigo que o cargo representava, numa época de tantas perseguições aos seguidores de Cristo. Levou sempre avante a evangelização sem medo ou insegurança. Enfrentou também, firme nos princípios católicos, as divisões internas normais e próprias de uma religião que se iniciava. Foi o autor de uma célebre carta aos coríntios, que hesitavam em seguir as orientações de Roma e ameaçavam não obedecer ao comando único da Igreja. Carta tão cheia de fé e tão baseada nos conceitos de humildade, caridade e firmeza, que passou a ser lida por muitas outras igrejas, não só na de Corinto. Com sua atuação séria e exemplar converteu até Domitila, irmã do imperador Domiciano, o que em muito ajudou a amenizar a perseguição aos cristãos, pois este imperador era um dos seus mais ferozes perseguidores. Graças a Domitila muitos deixaram de sofrer ou, pelo menos, tiveram nela uma fonte de conforto e solidariedade. Sob o pontificado de Clemente a Igreja cresceu muito, o que deixou o imperador Trajano assustado com seu desenvolvimento. Como esperava desde o início, logo Clemente foi levado ao tribunal. O imperador exigia que exortasse seus seguidores a desistir da fé, passando ele mesmo a adorar os deuses pagãos. Diante de todos o papa fez uma belíssima profissão de fé e, também como se esperava, foi condenado à morte. A partir daqui a história se mistura à lenda. Clemente foi tão querido que o imaginário popular logo criou passagens em sua vida que dificilmente poderiam ser comprovadas. Mas são uma demonstração da imagem de santidade que se fazia dele na época. Os escritos dão conta de que foi desterrado como escravo para trabalhar nas minas e pedreiras da Criméia, mas historiadores dizem que foi jogado no rio Tibre com uma pedra amarrada ao pescoço. Contam ainda algumas lendas que São Clemente, diante da sede mortal que atacava os cristãos transformados em escravos, com um único golpe na terra fez brotar um rio, o que saciou para sempre os sofredores. Outra passagem diz que, ao ser jogado às águas com uma âncora no pescoço, o mar recuou centenas de metros para que seu corpo fosse resgatado. Para outros, quando o mar se recolheu havia na areia um pequeno templo de mármore branco. Lá dentro jazia o corpo de são Clemente com a âncora do lado. Depois disso, todo ano, na mesma data, o mar recuava para que seu corpo pudesse ser venerado. De concreto temos que são Clemente morreu no ano 100 e suas relíquias foram recolhidas no século IX quando os santos missionários Cirilo e Metódio as trouxeram para Roma e as entregaram ao papa Nicolau I.

Oração do dia 23/11/2018


Senhor Jesus, não permita que eu permaneça insensível, vendo a casa de Deus - o coração humano - ser profanado pela injustiça. Amém!

Meditação do dia 23/11/2018


Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem!(João 10,27)

Leitura do dia 23/11/2018


Apocalipse de São João 10, 8-11
Leitura do Livro do Apocalipse de São João: 8Aquela mesma voz do céu, que eu, João, já tinha ouvido, tornou a falar comigo: “Vai. Pega o livrinho aberto da mão do anjo que está de pé sobre o mar e a terra”. 9Eu fui até o anjo e pedi que me entregasse o livrinho. Ele me falou: “Pega e come. Será amargo no estômago, mas na tua boca, será doce como mel”. 10Peguei da mão do anjo o livrinho e comi-o. Na boca era doce como mel, mas quando o engoli, meu estômago tornou-se amargo. 11Então ele me disse: “Deves profetizar ainda contra outros povos e nações, línguas e reis”. Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!