Ninguém vive sem Deus, e somos continuadores de sua
obra. Na oração, nos aproximamos dele e compreendemos sua vontade. E Jesus
mostra-nos que a justiça do Reino, a misericórdia, liberta e dá vida nova. A
salvação não é para um grupo de privilegiados, mas para todos os que o amam!
terça-feira, 9 de julho de 2013
Leitura do dia 09/07/2013
Gênesis 32,23-33
Leitura do Livro do Gênesis: Naqueles dias, 23Jacó
levantou-se ainda de noite, tomou suas duas mulheres, as duas escravas e os
onze filhos e passou o vau do Jaboc. 24Depois de tê-los ajudado a passar a
lutar com ele até o raiar da aurora. 26Vendo que não podia vencê-lo, este
tocou-lhe o nervo da coxa e logo o tendão da coxa de Jacó se deslocou, enquanto
lutava com ele. 27O homem disse a Jacó: “Larga-me, pois
já surge a aurora”. Mas Jacó respondeu: “Não te largarei, se não me
abençoares”. 28O homem perguntou-lhe: “Qual é o teu
nome?” Respondeu: “Jacó”. 29Ele lhe disse: “De modo algum te
chamarás Jacó, mas Israel; porque lutaste com Deus e com os homens, e
venceste”. 30Perguntou-lhe Jacó: “Dize-me, por
favor, o teu nome”. Ele respondeu: “Por que perguntas-me o meu nome?” E ali
mesmo o abençoou. 31Jacó deu a esse lugar o nome de
Fanuel, dizendo: “Vi Deus face a face e tive poupada a minha vida”. 32Surgiu
o sol quando ele atravessava Fanuel; e ia mancando por causa da coxa. 33Por
isso os filhos de Israel não comem até hoje o nervo da articulação da coxa,
pois Jacó foi ferido nesse nervo. Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 09/07/2013
Mateus
9,32-38
Proclamação
do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus: Naquele tempo, 32apresentaram a Jesus um homem mudo,
que estava possuído pelo demônio. 33Quando
o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e
diziam: “Nunca se viu coisa igual em Israel”. 34Os
fariseus, porém, diziam: “É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os
demônios”. 35Jesus percorria
todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho
do Reino, e curando todo o tipo de doença e enfermidade. 36Vendo
Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas,
como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37“A messe é grande, mas os
trabalhadores são poucos. 38Pedi
pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” Palavra da
Salvação.
—
Glória a vós, Senhor!
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Santo do dia 08/07/2013: Beato Eugênio III
![]() |
Beato Eugênio III
|
Beato Eugênio III
O papa Eugênio III nasceu em Montemagno, numa família cristã,
rica e da nobreza italiana. Foi batizado com o nome de Píer Bernardo Paganelli,
estudou e recebeu a ordenação sacerdotal na diocese de Pisa, centro cultural
próximo da sua cidade natal. Possuía um temperamento reservado, era
inteligente, muito ponderado e calmo. Segundo os registros da época, em 1130
ele teve um encontro com o religioso Bernardo de Claraval, fundador da Ordem
dos Monges Cistercienses e hoje um santo da Igreja. A afinidade entre ambos foi
tão grande que, cinco anos depois, Píer Bernardo ingressou no mosteiro dirigido
pelo amigo e vestiu o hábito cisterciense. Através da convivência com Bernardo
de Claraval, ele se tornou conhecido, pois foi escolhido para abrir um outro
mosteiro da Ordem em Farfa, diocese de Viterbo, sendo consagrado o abade pelo
papa Inocêncio II. Quando esse papa morreu, o abade Píer Bernardo foi eleito
sucessor. Isto ocorreu não por acaso, ele era o homem adequado para enfrentar a
difícil e delicada situação que persistia na época. Roma estava agitada e às
voltas com graves transtornos provocados, especialmente, pelo líder político
Arnaldo de Bréscia e outros republicanos que exigiam que fosse eleito um papa
que forçasse a entrega do poder político ao seu partido. Muitas casas de bispos
e cardeais já tinham sido saqueadas. Por isso os cardeais resolveram escolher o
abade Píer Bernardo, justamente porque ele estava fora do colégio cardinalício,
portanto isento das pressões dos republicanos. Ele assumiu o pontificado com o
nome de papa Eugênio III. Mas teve de fugir de Roma à noite, horas após sua
eleição, para ser coroado no mosteiro de Farfa, em Viterbo. Era o dia 18 de
fevereiro de 1145. Como a situação da cidade não era segura, o novo papa e seus
cardeais decidiram mudar para Viterbo. Quando a população romana foi informada,
correu para pedir sua volta. Foi assim, apoiado pelo povo, que o papa Eugênio
III retornou para Roma e assumiu o controle da cidade, impondo a paz.
Infelizmente, durou pouco. Em 1146, Arnaldo passou a exigir a destruição total
de Trívoli. Novamente o papa Eugênio III teve de fugir. Como se recusou a
comandar o massacre, ele corria risco de morte. Teve de atravessar os Alpes
para ingressar na França, onde permaneceu exilado por três anos. Os conflitos
não paravam, o povo estava sempre nas ruas, liderado por Arnaldo, e o papa teve
de ser duro com os insubordinados da Igreja que se aproveitavam da situação.
Nesse período, convocou quatro concílios para impor disciplina. Também depôs os
arcebispos de York e Mainz; promoveu uma séria reforma na Igreja e na Cúria
Romana em defesa da ortodoxia nos estudos eclesiásticos. Enviou o cardeal
Breakspear, o futuro papa Adriano IV, para divulgá-la na Escandinávia, enquanto
ele próprio ainda o fazia percorrendo o norte da Itália. Só retornou a Roma
depois de receber ajuda do imperador alemão Frederico Barba-Roxa, contra os
republicanos de Arnaldo. Ainda pôde defender a Igreja contra os invasores turcos
e iniciar a construção do palácio pontifício. Morreu no dia 8 de julho de 1153,
depois de governar a Igreja por oito anos e cinco meses, num período tão
complicado e violento da história. O papa Eugênio III foi beatificado em 1872.
Oração do dia 08/07/2013
Pai, que minha resposta imediata aos apelos de meus
semelhantes manifeste a veracidade do que proclamo por meio de palavras. Amém!
Deus nos fala dia 08/07/2013
Deus revela-nos seu plano de amor e quer contar
conosco para sua realização, mas é Ele quem age em nós e na realidade que nos
cerca. Somos instrumentos do Reino. Cabe-nos, pois, estar disponíveis para Ele.
Esta é a atitude de Jesus e, consequentemente, de todos os que têm fé!
Leitura do dia 08/07/2013
Gênesis 28,10-22a
Leitura do Livro do Gênesis: Naqueles dias, 10Jacó
saiu de Bersabeia e dirigiu-se a Harã. 11Chegando a certo lugar, quis passar
ali a noite, pois o sol já se havia posto. Tomou uma das pedras do lugar, fez
dela travesseiro e ali mesmo adormeceu. 12E viu em sonho uma escada apoiada no
chão, com a outra ponta tocando o céu e os anjos de Deus subindo e descendo por
ela. 13No
alto da escada estava o Senhor que lhe dizia: “Eu sou o Senhor, Deus de Abraão,
teu pai, e Deus de Isaac; darei a ti e à tua descendência a terra em que
dormes. 14A
tua descendência será como o pó da terra, e te expandirás para o ocidente e o
oriente, para o norte e para o sul. Em ti e em tua descendência serão
abençoadas todas as nações da terra. 15Estou contigo e te guardarei onde quer
que vás, e te reconduzirei a esta terra. Nunca te abandonarei até cumprir o que
te prometi”. 16Ao despertar, Jacó disse: “Sem dúvida,
o Senhor está neste lugar e eu não sabia”. 17Cheio de pavor,
disse: “Como é terrível este lugar! Isto aqui só pode ser a casa de Deus e a
porta do céu”. 18Jacó levantou-se bem cedo, tomou a
pedra de que tinha feito travesseiro e a pôs de pé para servir de coluna
sagrada, derramando óleo sobre ela. 19E deu ao lugar o nome de “Betel”. Antes,
porém, a cidade chamava-se Luza. 20Jacó fez um voto, dizendo: “Se Deus
estiver comigo e me proteger nesta viagem, dando-me pão para comer e roupa para
vestir, 21e
se eu voltar são e salvo para a casa de meu pai, então o Senhor será o meu
Deus. 22aE
esta pedra que ergui como coluna sagrada, será uma ‘morada de Deus’”. Palavra
do Senhor.
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 08/07/2013
Mateus
9,18-26
Proclamação
do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus: 18Enquanto
Jesus estava falando, um chefe aproximou-se, inclinou-se profundamente diante
dele, e disse: “Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e
ela viverá”. 19Jesus levantou-se e
o seguiu, junto com os seus discípulos. 20Nisto,
uma mulher que sofria de hemorragia há doze anos veio por trás dele e tocou a
barra do seu manto. 21Ela pensava
consigo: “Se eu conseguir ao menos tocar no manto dele, ficarei curada”. 22Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse:
“Coragem, filha! A tua fé te salvou”. E a mulher ficou curada a partir daquele
instante. 23Chegando à casa do
chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão alvoroçada, 24e disse: “Retirai-vos, porque a menina
não morreu, mas está dormindo”. E começaram a caçoar dele. 25Quando
a multidão foi afastada, Jesus entrou, tomou a menina pela mão, e ela se
levantou. 26Essa notícia espalhou-se
por toda aquela região. Palavra da Salvação.
—
Glória a vós, Senhor!
domingo, 7 de julho de 2013
Santo do dia 07/07/2013: Maria Romero Meneses, Santo Vilibaldo
![]() |
Maria Romero Meneses
|
![]() |
Santo Vilibaldo
|
Maria Romero Meneses nasceu a 13 de janeiro de 1902 em
Granada, na Nicarágua e pertencia a uma família católica, cujas raízes eram
espanholas . Os pais, Félix e Ana, eram de classe média e tiveram treze filhos.
Ela recebeu uma sólida formação religiosa e excelente instrução tradicional.
Gostava de estudar música, desenho e pintura, possuindo um raro talento para as
artes. Foi transferida para a missão na Costa Rica, em 1931, onde ensinava
música, desenho e datilografia. Além disto, incluiu nas suas atividades
educativas a catequese ministrada aos jovens da periferia da capital de São
José. Passados três anos, Maria Romero deu vida à outra maneira de
evangelização, socorria as famílias pobres e marginalizadas, contando para isto
com a caridade vinda das famílias mais ricas. Em 1961, ela, sempre sensível ao
"grito dos pobres", iniciou uma série de cursos de qualificação
profissional para os jovens carentes e também para os adultos. Esta iniciativa
foi apenas a abertura para muitas outras obras, todas direcionadas à população
mais sofrida, até finalizar com a fundação das Obras Sociais de Maria
Auxiliadora. Com a autorização do Bispo, quatro anos depois, começou uma série
de exercícios espirituais destinados às várias categorias: jovens, benfeitores
das Obras e mães de família que, com os seus filhos, não raro doentes, alí
recebiam a assistência médica gratuita. Contando com a colaboração e a
disponibilidade de alguns médicos e enfermeiros de boa vontade, em 1966,
fundaram um Hospital de Clínicas Gerais, destinado ao atendimento de toda a
comunidade, mas beneficiando especialmente os pobres. Autorizada pelo arcebispo
de São José e com a aprovação da sua Superiora, em 1973, mobilizou-se e
conseguiu um grande terreno e a construção de um número ainda maior de casas
destinadas aos desabrigados das periferias. Atualmente, o local se tornou a
cidade de Santa Maria, em homenagem a sua fundadora. Outro dom que Maria Romero
possuía era o do conselho, que ela não negava à ninguém. Houve uma comoção
muito forte em todo o país, ao ser noticiada sua morte no dia 07 de julho de
1977, ocorrida subitamente quando regressava de um descanso na Nicarágua. O
governo da Costa Rica a declarou "cidadã honorária da nação". O Papa
João Paulo II, beatificou Irmã Maria Romero Meneses em 2000. Ela é venerada no
dia de seu trânsito e suas relíquias estão sepultadas na igreja de São José da
Costa Rica.
Santo Vilibaldo
Vilibaldo nasceu em 22 de outubro de 700, na cidade de
Wessel, na Inglaterra. Pertencia à casa real dos Kents, seu pai era o rei
Ricardo I e os irmãos eram Vunibaldo e Valburga. Todos eles, mais tarde,
inscritos no Livro dos Santos da Igreja. Ainda criança, ele foi confiado aos
monges beneditinos da Abadia de Waltham, que cuidaram se sua formação
intelectual e religiosa. Foi ali, entre eles, que decidiu ser também um monge.
Mas, em 720 saiu do mosteiro e da Inglaterra, antes de fazer os votos
definitivos e nunca mais voltou para sua pátria. Na companhia de seu pai e seu
irmão, seguiu para uma longa peregrinação cuja meta final era Jerusalém. A
viagem foi interrompida em 722, quando seu pai, o rei, morreu na Itália. Assim,
ele e o irmão resolveram ficar em Roma. Dois anos depois, sem Vunibaldo, continuou
a peregrinação percorrendo toda a Palestina, que estava sob o domínio árabe. Os
peregrinos em geral eram bem acolhidos, entretanto, por causa das tensões
políticas com o Império do Oriente, Vilibaldo e outros peregrinos quase foram
presos, mas puderam prosseguir o caminho em paz. Cinco anos depois, em 729,
retornou para Roma. Neste mesmo ano, o Papa Gregório II o enviou para o
Mosteiro de Montecassino, que havia sido reerguido das ruínas e carecia de um
novo quadro de monges. Vilibaldo deu então novo fôlego à este celeiro de homens
dedicados à santificação, restabelecendo as regras beneditinas, de acordo com o
Livro do fundador, que permanecera à salvo em Roma. Assim este
"quase-monge" inglês, que ainda continuava sem os votos definitivos,
recebeu esta relíquia do Papa e com ela, organizou e formou uma nova geração de
monges, dentro da verdadeira tradição e do estilo de vida espiritual instituído
pelo fundador. À esta obra dedicou outros dez anos de sua vida. Novamente foi à
Roma, para se encontrar com Papa sucessor, Gregório III, que lhe pediu ajuda
para a evangelização da Germânia. Assim, Vilibaldo tornou a partir, viajando
por todos os recantos da Europa. Até ser requisitado por seu tio, o arcebispo
da Alemanha, que alicerçava uma estrutura diocesana na região e precisava do
seu auxilio. Só em 740, Vilibaldo recebeu a ordem sacerdotal definitiva, para
ser consagrado bispo de Eichestat, pelo próprio tio, Bonifácio, hoje santo e
chamado "apóstolo da Alemanha". O bispo Vilibaldo construiu sua
catedral, fundou um mosteiro e, sobretudo controlou rigorosamente todos os
outros que ali existiam, por determinação de Bonifácio. A partir daí, iniciou
uma experiência nova: a de evangelizador itinerante, colocando-se frente a
frente com os fiéis que aos poucos iam se convertendo ao cristianismo. À esta
obra se dedicou até morrer, no dia 07 de julho de 787, no seu mosteiro de
Eichestat, na Alemanha. Com fama de santidade ainda em vida, logo passou a ser
venerado num culto tão espontâneo e vigoroso. Muito antes do seu reconhecimento
canônico em 1256.
Oração do dia 07/07/2013
Espírito de coragem e generosidade, predispõe-me a trabalhar
na messe do Senhor, concedendo-me os pré-requisitos necessários para um serviço
eficaz. Amém!
Deus nos fala dia 07/07/2013
A esperança em Deus alimenta nossos sonhos de uma
sociedade baseada na justiça e na fraternidade. A missão dos parceiros de Deus
na realização do Reino é a mesma de Jesus. Para realizá-la, precisamos
despojar-nos de tudo que nos impede de ser livres!
Leitura do dia 07/07/2013
Primeira Leitura
Isaías 66,10-14c
Livro do profeta Isaías: 10Alegrai-vos com
Jerusalém e exultai com ela, todos vós, que a amais; tomai parte em seu júbilo,
todos vós, que choráveis por ela, 11para poderdes sugar e saciar-vos
ao seio de sua consolação, e aleitar-vos e deliciar-vos aos úberes de sua
glória. 12Isto
diz o Senhor: “Eis que farei correr para ela a paz como um rio e a glória das
nações como torrente transbordante. Sereis amamentados, carregados ao colo e
acariciados sobre os joelhos. 13Como uma mãe que acaricia o filho,
assim eu vos consolarei; e sereis consolados em Jerusalém. 14cTudo
isso haveis de ver e o vosso coração exultará, e o vosso vigor se renovará como
a relva do campo. A mão do Senhor se manifestará em favor de seus servos”.
Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Segunda Leitura
Gálatas 6,14-18
Carta de São Paulo aos Gálatas: Irmãos: 14Quanto
a mim, que eu me glorie somente da cruz do Senhor nosso, Jesus Cristo. Por ele,
o mundo está crucificado para mim, como eu estou crucificado para o mundo. 15Pois
nem a circuncisão nem a incircuncisão têm valor; o que conta é a criação nova. 16E
para todos os que seguirem esta norma, como para o Israel de Deus, paz e
misericórdia. 17Doravante, que ninguém me moleste,
pois eu trago em meu corpo as marcas de Jesus. 18Irmãos, a graça
do Senhor nosso, Jesus Cristo, esteja convosco. Amém! Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 07/07/2013
Lucas
10,1-12.17-20
PROCLAMAÇÃO
do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas: Naquele tempo, 1o
Senhor escolheu outros setenta e dois discípulos e os enviou dois a dois, na
sua frente, a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir. 2E dizia-lhes: “A messe é grande, mas os
trabalhadores são poucos. Por isso, pedi ao dono da messe que mande
trabalhadores para a colheita. 3Eis
que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. 4Não
leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias, e não cumprimenteis ninguém pelo
caminho! 5Em qualquer casa em
que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ 6Se
ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; se não, ela voltará
para vós. 7Permanecei naquela
mesma casa, comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador merece o seu
salário. Não passeis de casa em casa. 8Quando
entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem, 9curai os doentes que nela houver e
dizei ao povo: ‘O Reino de Deus está próximo de vós’. 10Mas,
quando entrardes numa cidade e não fordes bem recebidos, saindo pelas ruas,
dizei: 11‘Até a poeira de
vossa cidade, que se apegou aos nossos pés, sacudimos contra vós. No entanto,
sabei que o Reino de Deus está próximo!’ 12Eu
vos digo que, naquele dia, Sodoma será tratada com menos rigor do que essa
cidade”. 17Os setenta e dois
voltaram muito contentes, dizendo: “Senhor, até os demônios nos obedeceram por causa
do teu nome”. 18Jesus respondeu:
“Eu vi Satanás cair do céu, como um relâmpago. 19Eu
vos dei o poder de pisar em cima de cobras e escorpiões e sobre toda a força do
inimigo. E nada vos poderá fazer mal. 20Contudo,
não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem. Antes, ficai alegres porque
vossos nomes estão escritos no céu”. Palavra da Salvação.
—
Glória a vós, Senhor!
Assinar:
Postagens (Atom)


