quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Santo do dia 22/08/2013: Nossa Senhora Rainha e Santo Filipe Benício
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Nossa Senhora Rainha
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| Santo Filipe Benício |
A festa que comemoramos neste dia, paralela à de Cristo Rei,
foi instituída pelo Papa Pio XII no ano de 1955. Era celebrada, até a recente
reforma do calendário litúrgico, a 31 de maio, como coroação da singular
devoção mariana do mês a ela dedicado. Celebramos hoje aquela que é a Mãe de
Jesus, Cabeça da Igreja, e nossa Mãe, antecedida pela festa da Assunção de
Nossa Senhora. Este lugar de singularidade e de proeminência, ao lado de Cristo
Rei, deriva-lhe de vários títulos ilustrados pelo Papa Pio XII na carta
encíclica À Rainha do Céu (11 de outubro de 1954): Mãe da Cabeça e dos membros
do Corpo místico, augusta soberana e rainha da Igreja. O latim Regina, como rex,
deriva de regere, isto é reger, governar, dominar. Maria é rainha porque é a
Mãe de Cristo, o Rei. É rainha porque excede todas as criaturas em santidade. Maria
distribui maternalmente tudo o que recebeu do Rei, protege com o seu poder os
filhos adquiridos em virtude de sua co-redenção, e os alegra com os seus dons,
pois o rei determinou que toda graça passe por suas mãos de rainha. Por isso a
Igreja convida a todos nós fiéis a invocá-la como Mãe de Deus e nossa,
invoque-a como Rainha sempre presente, Medianeira de paz., que para estes
filhos atormentados e inocentes volva os seus olhos misericordiosos, cuja luz
serena as tempestades e dissipa as nuvens, a poderosa Senhora das coisas e dos
tempos, que sabe aplacar as violências com o seu pé virginal. O Espírito Santo
virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o
Santo que nascer será chamado Filho de Deus. Nossa Senhora Rainha da Paz,
dai-nos a paz, o amor e a reconciliação para o mundo inteiro.
Santo Filipe Benício
Filipe Benício nasceu no dia 15 de agosto de 1233, no seio de
uma rica família da nobreza, em Florença, Itália. Aos treze anos foi enviado
com seu preceptor à Paris estudar medicina. Voltou e foi para a universidade de
Pádua, onde aos dezenove anos formou-se em filosofia e medicina. Depois,
durante um ano exerceu a profissão na sua cidade natal. Devoto de Maria e muito
religioso, possuía também sólida formação religiosa. Nesse período de
estabelecimento profissional, passou a freqüentar a igreja do mosteiro e com os
religiosos aprofundou o estudo das Sagradas Escrituras. Logo suas orações
frutificaram e recebeu o chamado para a vida religiosa. Filipe contou que tudo
aconteceu diante do crucifixo de Jesus: uma luz veio do céu e uma voz o mandou
servir o Senhor, na Ordem dos Servitas. Foi à Monte Senário pediu admissão nos
Servos de Maria, onde ingressou em 1254 como irmão leigo, destacando-se logo
pela retórica. Certo dia do ano 1258 estava em companhia de um sacerdote e o
prior, quando encontraram dois dominicanos no caminho. Conversaram um bom tempo
e Filipe discursou com tanta desenvoltura, sabedoria e eloqüência, que nesse
mesmo ano foi ordenado sacerdote. Em 1262, foi nomeado professor de noviços e
vigário assistente de Prior Geral. Por voto unânime, em 1267, foi eleito Prior
Geral da Ordem dos Servitas. Quando o Papa Clemente IV morreu, no ano seguinte,
Filipe foi proposto como candidato à cátedra de Pedro, mas se retirou para as
montanhas, onde se ficou por algum tempo. Mas, sob sua direção os frades
servitas se expandiram rapidamente e com sucesso. Participou do Concílio
Ecumênico de Lion, em 1274, na França. Era um conciliador, sua pregação
talentosa e eficiente trouxe frutos benéficos para a Ordem e para a Igreja.
Atuou a pedido de Roma, para promover a paz na acirrada disputa entre duas
famílias dominantes de Forli, cidade do norte da Itália, em 1283. Eram os
guelfos apoiando os pontífices e os gibelinos, os imperadores germânicos. Alí
Felipe recebeu um tapa no seu rosto, do jovem gibelino, Peregrino Laziosi. Filipe
aceitou o golpe. O jovem, mais tarde se arrependeu. Foi ao sem encontro, pediu
desculpas e ingressou na Ordem. Peregrino se tornou tão humilde e caridoso para
com o povo, que se tornou um dos Santos da Igreja. Segundo os registros da
Ordem e a tradição Filipe gozava da fama de santidade em vida. Morreu em 22 de
agosto de 1285 na cidade de Todi, quando voltava para Roma. Foi canonizado pelo
Papa Clemente X, em 1617. Suas relíquias estão sob a guarda da igreja Santa
Maria das Graças, em Florença, sua cidade natal. A memória de Santo Filipe
Benício é celebrada no dia 22 de agosto. Algumas localidades comemoram no dia
seguinte, devido a festa da Santa Virgem Maria Rainha.
Oração do dia 22/08/2013
Pai, conduze-me pelo verdadeiro caminho da salvação que passa
pelo serviço misericordioso e gratuito a quem carece de meu amor. Amém!
Deus nos fala dia 22/08/2013
Deus revela-se na história como um Deus libertador,
mesmo em situações humanas controvertidas. Seu plano de salvação estende-se a
todos, sem distinção. Ele já realizou tudo que é necessário para que todos
possam ter vida em plenitude. É necessário, porém, que cada um responda ao seu
chamado e cumpra suas exigências!
Leitura do dia 22/08/2013
Juízes 11,29-39a
Leitura do Livro dos Juízes: Naqueles dias, 29o
espírito do Senhor veio sobre Jefté e ele, atravessando Galaad e Manassés,
passou por Masfa e Galaad e de lá marchou contra os filhos de Amon. 30E
Jefté fez um voto ao Senhor, dizendo: “Se entregares os amonitas em minhas
mãos, 31a
primeira pessoa que sair da porta de minha casa para vir ao meu encontro,
quando eu voltar vencedor sobre os amonitas, pertencerá ao Senhor e eu a
oferecerei em holocausto”. 32Jefté passou às terras dos amonitas
para combater contra eles, e o Senhor entregou-os em suas mãos. 33E
Jefté fez uma grande mortandade em vinte cidades, desde Aroer até a entrada de
Menit e até Abel-Carmim, e assim os filhos de Amon foram subjugados pelos
filhos de Israel. 34Quando Jefté voltou para sua casa em
Masfa, sua filha veio-lhe ao encontro, dançando ao som do tamborim. Era a sua
única filha, pois não tinha mais filhos. 35Ao vê-la, rasgou as vestes e bradou:
“Ai, minha filha, tu me prostraste de dor! És a causa da minha desgraça! Pois
fiz uma promessa ao Senhor e não posso voltar atrás”. 36Então ela
respondeu: “Meu pai, se fizeste um voto ao Senhor, trata-me segundo o que
prometeste, porque o Senhor concedeu que te vingasses de teus inimigos, os
amonitas”. 37Depois disse ao pai: “Concede-me
apenas o que te peço: deixa-me livre dois meses para ir vagar pelos montes com
minhas companheiras e chorar a minha virgindade”. 38“Vai, respondeu
ele. E deixou-a partir por dois meses. Ela foi com suas companheiras chorar pelos
montes a sua virgindade. 39aPassados os dois meses, voltou para o
seu pai e ele cumpriu o voto que tinha feito. Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 22/08/2013
Mateus
22,1-14
Proclamação
do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus: Naquele tempo, 1Jesus voltou a falar em parábolas aos
sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, 2dizendo:
“O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do
seu filho. 3E mandou os seus
empregados chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. 4O rei mandou outros empregados,
dizendo: ‘Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais
cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!’ 5Mas os convidados não deram a menor
atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, 6outros agarraram os empregados, bateram
neles e os mataram. 7O rei ficou
indignado e mandou suas tropas, para matar aqueles assassinos e incendiar a
cidade deles. 8Em seguida, o rei
disse aos empregados: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não
foram dignos dela. 9Portanto, ide às
encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes’. 10Então os empregados saíram pelos
caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa
ficou cheia de convidados. 11Quando
o rei entrou para ver os convidados observou ali um homem que não estava usando
traje de festa 12e perguntou-lhe:
‘Amigo, como entraste aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu. 13Então o rei disse aos que serviam:
‘Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Ali haverá
choro e ranger de dentes’. 14Porque
muitos são chamados, e poucos são escolhidos”. Palavra da Salvação.
—
Glória a vós, Senhor!
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Santo do dia 21/08/2013: S. Pio X
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S. Pio X
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S. Pio X
Pio X, nasceu no dia 02 de junho do ano 1835, em Riese, no
Treviso, norte da Itália. Foi batizado no dia seguinte com o nome de José
Melquior. Sua mãe Margarida Sanson ficou viúva com dez filhos para criar. Foi ordenado
sacerdote aos 23 anos de idade, tendo sido capelão em Tombolo; por outros nove
anos, pároco em Salzano; mais nove anos cônego e diretor espiritual em Treviso;
nove anos Bispo de Mântua e outros nove anos cardeal-patriarca de Veneza; por
último foi Papa durante onze anos (de 1903 a 1914). Seu pontificado foi
excepcionalmente fecundo pela organização interna da Igreja. Pouco inclinado às
finezas diplomáticas, não cuidou das relações da Igreja com o poder político. Sua
divisa "Restaurar tudo em Cristo”. Promoveu a renovação litúrgica,
reformando a música sacra, propôs aos fieis a comunhão frequente, favoreceu a
organização da Cúria e a fundação de um Instituto Bíblico em Roma. Elaborou o
novo texto do Catecismo, derrubou as barreiras seculares que separavam a Cúria
romana da prática pastoral, codificou o direito canônico, favoreceu a instrução
religiosa das crianças com o catecismo permitindo-lhes fazer a comunhão em
tenra idade. O Papa veneziano, sorridente e perspicaz, trocava uma palavra com
todos sem observar as regras protocolares. São Pio X, morreu no dia 20 de
agosto de 1914, desgostoso pela guerra que já sacudia a Europa.
Oração do dia 21/08/2013
Pai, reveste-me de humildade e simplicidade, para que eu seja
disponível para servir o meu próximo, na mais pura gratuidade. Amém!
Deus nos fala dia 21/08/2013
O povo tem o governo que merece. Deve, pois, fazer
a escolha certa; e os bons não deixem o poder em mãos impróprias. Assim,
reinará a igualdade, tendo todos os mesmos direitos. Ninguém pode sentir-se
privilegiado por suas condições pessoais, mesmo dentro de sua comunidade. E é
sempre tempo de começar a participar, fazendo a oportunidade e não ficar
esperando acontecer!
Leitura do dia 21/08/2013
Juízes 9,6-15
Leitura do Livro dos Juízes: Naquele tempo, 6todos
os habitantes de Siquém e os de Bet-Melo se reuniram junto a um carvalho que
havia em Siquém e proclamaram rei a Abimelec. 7Informado disso,
Joatão foi postar-se no cume do monte Garizim e se pôs a gritar em alta voz,
dizendo: “Ouvi-me, moradores de Siquém, e que Deus vos ouça. 8Certa
vez as árvores resolveram ungir um rei para reinar sobre elas, e disseram à
oliveira: ‘Reina sobre nós’. 9Mas ela respondeu: ‘Iria eu renunciar
ao meu azeite, com que se honram os deuses e os homens, para me balançar acima
das árvores?’ 10Então as árvores disseram à figueira:
‘Vem e reina sobre nós’. 11E ela lhes respondeu: ‘Iria eu
renunciar à minha doçura e aos saborosos frutos, para me balançar acima das
outras árvores?’ 12As árvores disseram então à videira:
‘Vem e reina sobre nós’. 13E ela lhes respondeu: ‘Iria eu
renunciar ao meu vinho, que alegra os deuses e os homens, para me balançar
acima das outras árvores?’ 14Por fim, todas as árvores disseram ao
espinheiro: ‘Vem tu reinar sobre nós’. 15O espinheiro respondeu-lhes: ‘Se
deveras me constituís vosso rei, vinde e repousai à minha sombra; mas se não o
quereis, saia fogo do espinheiro e devore os cedros do Líbano!’ Palavra do
Senhor.
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 21/08/2013
Mateus
20,1-16a
Proclamação
do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos
seus discípulos esta parábola: 1“O
Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar
trabalhadores para a sua vinha. 2Combinou
com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha. 3Às nove horas da manhã, o patrão saiu
de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, 4e
lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for
justo’. 5E eles foram. O
patrão saiu de novo ao meio-dia e às três horas da tarde, e fez a mesma coisa. 6Saindo outra vez pelas cinco horas da
tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí
o dia inteiro desocupados?’ 7Eles
responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós
também para a minha vinha’. 8Quando
chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e
paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’ 9Vieram os que tinham sido contratados
às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 10Em
seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber
mais. Porém, cada um deles recebeu uma moeda de prata. 11Ao
receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: 12‘Estes últimos trabalharam uma hora
só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’.
13Então o patrão disse a um deles:
‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? 14Toma o que é teu e volta para casa! Eu
quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. 15Por acaso não tenho o direito de fazer
o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo
bom?’ 16aAssim, os últimos
serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”. Palavra da Salvação.
—
Glória a vós, Senhor!
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Santo do dia 20/08/2013: S. Bernardo de Claraval
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S. Bernardo de Claraval
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S. Bernardo de Claraval
Bernardo nasceu na última década do século XI, no ano 1090,
em Dijon, França. Era o terceiro dos sete filhos do cavaleiro Tecelim e de sua
esposa Alícia. A sua família era cristã, rica, poderosa e nobre. Desde tenra
idade, demonstrou uma inteligência aguçada. Tímido, tornou-se um jovem de boa
aparência, educado, culto, piedoso e de caráter reto e piedoso. Mas chamava a
atenção pela sabedoria, prudência, poder de persuasão e profunda modéstia.
Quando sua mãe morreu, seus irmãos quiseram seguir a carreira militar, enquanto
ele preferiu a vida religiosa, ouvindo o chamado de Deus. Na ocasião, todos os
familiares foram contra, principalmente seu pai. Porém, com uma determinação
poucas vezes vista, além de convencê-los, trouxe consigo: o pai, os irmãos,
primos e vários amigos. Ao todo, trinta pessoas seguiram seus passos, sua
confiança na fé em Cristo, e ingressaram no Mosteiro da Ordem de Cister,
recém-fundada. A contribuição de Bernardo dentro da ordem foi de tão grande
magnitude que ele passou a ser considerado o seu segundo fundador. No seu
ingresso, em 1113, eram apenas vinte membros e um mosteiro. Dois anos depois,
foi enviado para fundar outro na cidade de Claraval, do qual foi eleito abade,
ficando na direção durante trinta e oito anos. Foi um período de abundante
florescimento da Ordem, que passou a contar com cento e sessenta e cinco
mosteiros. Bernardo sozinho fundou sessenta e oito e, em suas mãos, mais de
setecentos religiosos professaram os votos. Bernardo viveu uma época muito
conturbada na Igreja. Muitas vezes teve de deixar a reclusão contemplativa do
mosteiro para envolver-se em questões que agitavam a sociedade. Foi pregador,
místico, escritor, fundador de mosteiros, abade, conselheiro de papas, reis,
bispos e também polemista político e tenaz pacificador. Nada conseguia abater
ou afetar sua fé, imprimindo sua marca na história da espiritualidade católica
romana. Ao lado dessas atividades, nesse mesmo período teve uma atividade
literária muito expressiva, em quantidade de obras e qualidade de conteúdo.
Tornou-se o maior escritor do seu tempo, apesar de sua saúde sempre estar
comprometida. Isso porque Bernardo era um religioso de vida muito austera,
dormia pouco, jejuava com freqüência e impunha-se severa penitência. Em 1153,
participando de uma missão em Lorena, adoeceu. Percebendo a gravidade do seu
estado, pediu para ser conduzido para o seu Mosteiro de Claraval, onde pouco
tempo depois morreu, no dia 20 de agosto do mesmo ano. Foi sepultado na igreja
do mosteiro, mas teve suas relíquias dispersadas durante a Revolução Francesa.
Depois, sua cabeça foi entregue para ser guardada na catedral de Troyes,
França. São Bernardo de Claraval, canonizado em 1174, recebeu, com toda honra e
justiça, o título de doutor da Igreja em 1830.
Oração do dia 20/08/2013
Pai, que o meu amor a ti se manifeste na solidariedade para
com o meu próximo. E que a comunhão com o meu próximo expresse meu profundo
amor por ti. Amém!
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