Senhor Jesus, que os casais cristãos compreendam a
profundidade de sua união, obra do próprio Deus!
domingo, 7 de outubro de 2012
Deus nos fala dia 07/10/2012
A mulher, tirada
da costela do homem, significa igualdade e complementaridade. Jesus, Deus feito
homem, é a mostra perfeita do amor que nos convida a viver a fraternidade como
experiência de santificação. Valorizando a união matrimonial, Jesus resgatou a
família como lugar privilegiado de humanização e de respeito!
Leitura do dia 07/10/2012
Primeira Leitura
Gênesis 2,18-24
Leitura do Livro do Gênesis: 18O Senhor Deus
disse: “Não é bom que o homem esteja só. Vou dar-lhe uma auxiliar semelhante a
ele”. 19Então
o Senhor Deus formou da terra todos os animais selvagens e todas as aves do
céu, e trouxe-os a Adão para ver como os chamaria; todo o ser vivo teria o nome
que Adão lhe desse. 20E Adão deu nome a todos os animais
domésticos, a todas as aves do céu e a todos os animais selvagens; mas Adão não
encontrou uma auxiliar semelhante a ele. 21Então o Senhor Deus fez cair um
sono profundo sobre Adão. Quando este adormeceu, tirou-lhe uma das costelas e
fechou o lugar com carne. 22Depois, da costela tirada de Adão,
o Senhor Deus formou a mulher e conduziu-a a Adão. 23E Adão exclamou:
“Desta vez, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada
‘mulher’ porque foi tirada do homem”. 24Por isso, o homem deixará seu pai
e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne. Palavra do
Senhor!
— Graças a Deus!
Segunda Leitura
Hebreus 2,9-11
Leitura da Carta aos Hebreus: Irmãos: 9Jesus,
a quem Deus fez pouco menor do que os anjos, nós o vemos coroado de glória e
honra, por ter sofrido a morte. Sim, pela graça de Deus em favor de todos, ele
provou a morte. 10Convinha de fato que aquele, por
quem e para quem todas as coisas existem, e que desejou conduzir muitos filhos
à glória, levasse o iniciador da salvação deles à consumação, por meio de
sofrimentos. 11Pois
tanto Jesus, o Santificador, quanto os santificados, são descendentes do mesmo
ancestral; por esta razão, ele não se envergonha de os chamar irmãos. Palavra
do Senhor!
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 07/10/2012
Marcos
10,2-16
PROCLAMAÇÃO
do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos: Naquele tempo, 2alguns fariseus se aproximaram de
Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se
de sua mulher. 3Jesus perguntou:
“O que Moisés vos ordenou?” 4Os
fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e
despedi-la”. 5Jesus então
disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este
mandamento. 6No entanto,
desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. 7Por
isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. 8Assim, já não são dois, mas uma só
carne. 9Portanto, o que
Deus uniu o homem não separe!” 10Em
casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto. 11Jesus respondeu: “Quem se
divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira.
12E, se a mulher se divorciar de seu
marido e casar com outro, cometerá adultério”. 13Depois
disso, traziam crianças para que Jesus as tocasse. Mas os discípulos as
repreendiam. 14Vendo isso,
Jesus se aborreceu e disse: “Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais,
porque o Reino de Deus é dos que são como elas. 15Em
verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não
entrará nele”. 16Ele abraçava as
crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos. Palavra da Salvação!
—
Glória a vós, Senhor!
sábado, 6 de outubro de 2012
Santo do dia 06/10/2012:São Bruno
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São Bruno
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São Bruno
Em meados do primeiro milênio depois de Cristo, Hugo, o bispo
da diocese francesa de Grenoble, sonhou certa vez com sete estrelas que
brilhavam sobre um lugar escuro, muito deserto. Achou estranho. Algum tempo depois,
foi procurado por sete nobres e ricos, que queriam converter-se à vida
religiosa e buscavam sua orientação, por causa da santidade e do prestígio do
bispo. Hugo, reconhecendo na situação o sonho que tivera, ouviu-os com atenção
e ofereceu-lhes fazer sua obra num lugar de difícil acesso, solitário, árido e
inóspito. Assim, tiveram todo o seu apoio episcopal. Esses homens buscavam
apenas o total silêncio e solidão para orar e meditar. Tudo o que desejavam, ou
seja, queriam atingir a elevação espiritual, cortando definitivamente as
relações com as coisas mundanas. Eles eram Bruno e seus primeiros seis
seguidores e a ordem que fundaram foi a dos monges cartuxos. Bruno era um nobre
e rico fidalgo alemão, que nasceu e cresceu na bela cidade de Colônia. Sua família
era conhecida pela piedade e fervorosa devoção cristã. Cedo aquele jovem
elegante resolveu abandonar a vida de vaidades e prazeres, que considerava
inútil, sem sentido e improdutiva. Como era propício à nobreza, foi estudar na
França e Itália. No primeiro país concluiu os estudos na escola da diocese de
Reims, onde também se ordenou e posteriormente lecionou teologia. Como aluno,
teve até mesmo um futuro papa. Mas também conhecia a fama de santidade do bispo
de Grenoble, por isso decidiu procurá-lo. Assim, no lugar indicado por ele,
Bruno liderou a construção da primeira Casa de Oração, com pequenas celas ao
redor. Nascia a Ordem dos monges Cartuxos, cujas Regras foram aprovadas em
1176, mas ele já havia morrido. Lá, ele e seus discípulos se obrigaram ao
silêncio permanente e absoluto. Oravam, trabalhavam, repousavam e comiam, mas
no mais absoluto e total silêncio. Em 1090, o sumo pontífice era seu ex-aluno,
que, tomando o nome de papa Urbano II, chamou Bruno para ser seu conselheiro.
Ele, devendo obediência, abandonou aquele lugar ermo que amava profundamente.
Porém não resistiu muito em Roma. Logo obteve aprovação do papa para construir
seu mosteiro de Grenoble e também a autorização para fundar outra Casa da Ordem
dos Cartuxos, na Calábria, num local ermo chamado bosque de La Torre, hoje
chamado Serra de São Bruno, província de Vito Valentia. Viveu assim recolhido
até que adoeceu gravemente. Chamou, então, os irmãos e fez uma confissão
pública da sua vida e reiterou a profissão da sua fé, entregando o espírito a
Deus em 6 de outubro de 1101. Gozando de fama de santidade, seu culto ganhou
novo impulso em 1515. Na ocasião, o seu corpo, enterrado no cemitério no
Convento de La Torre, foi exumado e encontrado completamente intacto, tendo,
assim, sua celebração confirmada. Em 1623, o papa Gregório XV declarou Bruno
santo da Igreja. Seguindo o carisma de seu fundador, a Ordem dos Cartuxos é uma
das mais austeras da Igreja Católica e seguiu assim ao longo dos tempos, como
ele mesmo previu: "Nunca será reformada, porque nunca será
deformada". Entretanto, atualmente, conta apenas com dezenove mosteiros
espalhados pelo mundo todo.
Oração do dia 06/10/2012
Pai, por ter meu nome inscrito no céu e por estar unido a ti,
única fonte de vida e de libertação, ajuda-me a lutar contra o mal que mantém a
humanidade cativa do egoísmo!
Deus nos fala dia 06/10/2012
Jó sabe que a
solução do mal só é possível se estivermos em comunhão com Deus, deixando-nos
seduzir por seu amor. E é para a vida de comunhão com Deus e entre nós que
fomos chamados. Viver o contrário do ensinamento do Evangelho é permitir que a
força do mal domine nossa humanidade!
Leitura do dia 06/10/2012
Jó 42,1-3.5-6.12-16
Leitura do Livro de Jó: 1Jó respondeu ao
Senhor, dizendo: 2“Reconheço que podes tudo e que
para ti nenhum pensamento é oculto. — 3Quem é esse que ofusca a
Providência, sem nada entender? — Falei, pois, de coisas que não entendia, de
maravilhas que ultrapassam a minha compreensão. 5Conhecia o
Senhor apenas por ouvir falar, mas, agora, eu o vejo com meus olhos. 6Por
isso me retrato e faço penitência no pó e na cinza”. 12O Senhor
abençoou a Jó no fim de sua vida mais do que no princípio; ele possuía agora
catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas. 13Teve
outros sete filhos e três filhas: 14a primeira chamava-se “Rola”, a
segunda “Cássia”, e a terceira “Azeviche”. 15Não havia em
toda a terra mulheres mais belas que as filhas de Jó. Seu pai lhes destinou uma
parte da herança, entre os seus irmãos. 16Depois desses acontecimentos, Jó
viveu cento e quarenta anos, e viu seus filhos e os filhos de seus filhos até a
quarta geração. E Jó morreu velho e repleto de anos. Palavra do Senhor!
— Graças a Deus!
Evangelho do dia 06/10/2012
Evangelho do dia 06/10/2012
Lucas
10,17-24
Proclamação
do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas: Naquele tempo, 17os
setenta e dois voltaram muito contentes, dizendo: “Senhor, até os demônios nos
obedeceram por causa do teu nome”. 18Jesus
respondeu: “Eu vi Satanás cair do céu, como um relâmpago. 19Eu
vos dei o poder de pisar em cima de cobras e escorpiões e sobre toda a força do
inimigo. E nada vos poderá fazer mal. 20Contudo,
não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem. Antes, ficai alegres porque
vossos nomes estão escritos no céu”. 21Naquele
momento, Jesus exultou no Espírito Santo e disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor do
céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes, e as
revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado.22Tudo me foi entregue pelo meu Pai. Ninguém
conhece quem é o Filho, a não ser o Pai; e ninguém conhece quem é o Pai, a não
ser o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. 23Jesus
voltou-se para os discípulos e disse-lhes em particular: “Felizes os olhos que
veem o que vós vedes! 24Pois
eu vos digo que muitos profetas e reis quiseram ver o que estais vendo, e não
puderam ver; quiseram ouvir o que estais ouvindo, e não puderam ouvir”. Palavra
da Salvação.
—
Glória a vós, Senhor.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Santo do dia 05/10/2012:São Benedito, o Negro, Santa Maria Faustina Kowalski e Francisco Xavier Seelos
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| São Benedito, o Negro |
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| Santa Maria Faustina Kowalski |
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Francisco Xavier Seelos
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São Benedito, o Negro
Hoje é um dia muito especial para o povo brasileiro.
Comemora-se o dia de são Benedito, um dos santos mais queridos e cuja devoção é
muito popular no Brasil. Cultuado inicialmente pelos escravos negros, por causa
da cor de sua pele e de sua origem - era africano e negro -, passou a ser amado
por toda a população como exemplo da humildade e da pobreza. Esse fato também
lhe valeu o apelido que tinha em vida, "o Mouro". Tal adjetivo, em
italiano, é usado para todas as pessoas de pele escura e não apenas para os
procedentes do Oriente. Já entre nós ele é chamado de são Benedito, o Negro, ou
apenas "o santo Negro". Há tanta identificação com a cristandade
brasileira que até sua comemoração tem uma data só nossa. Embora em todo o
mundo sua festa seja celebrada em 4 de abril, data de sua morte, no Brasil ela
é celebrada, desde 1983, em 5 de outubro, por uma especial deferência canônica
concedida à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB. Benedito
Manasseri nasceu em 1526, na pequena aldeia de São Fratelo, em Messina, na ilha
da Sicília, Itália. Era filho de africanos escravos vendidos na ilha. O seu
pai, Cristóforo, herdou o nome do seu patrão, e tinha se casado com sua mãe,
Diana Lancari. O casamento foi um sacramento cristão, pois eram católicos
fervorosos. Considerados pela família à qual pertenciam, quando o primogênito
Benedito nasceu foram alforriados junto com a criança, que recebeu o sobrenome
dos Manasseri, seus padrinhos de batismo. Cresceu pastoreando rebanhos nas
montanhas da ilha e, desde pequeno, demonstrava tanto apego a Deus e à religião
que os amigos, brincando, profetizavam: "Nosso santo mouro". Aos
vinte e um anos de idade, ingressou entre os eremitas da Irmandade de São
Francisco de Assis, fundada por Jerônimo Lanza sob a Regra franciscana, em
Palermo, capital da Sicília. E tornou-se um religioso exemplar, primando pelo
espírito de oração, pela humildade, pela obediência e pela alegria numa vida de
extrema penitência. Na Irmandade, exercia a função de simples cozinheiro, era
apenas um irmão leigo e analfabeto, mas a sabedoria e o discernimento que
demonstrava fizeram com que os superiores o nomeassem mestre de noviços e, mais
tarde, foi eleito o superior daquele convento. Mas quando o fundador faleceu,
em 1562, o papa Paulo IV extinguiu a Irmandade, ordenando que todos os
integrantes se juntassem à verdadeira Ordem de São Francisco de Assis, pois não
queria os eremitas pulverizados em irmandades sob o mesmo nome. Todos
obedeceram, até Benedito, que sem pestanejar escolheu o Convento de Santa Maria
de Jesus, também em Palermo, onde viveu o restante de sua vida. Ali exerceu,
igualmente, as funções mais humildes, como faxineiro e depois cozinheiro,
ganhando fama de santidade pelos milagres que se sucediam por intercessão de
suas orações. Eram muitos príncipes, nobres, sacerdotes, teólogos e leigos,
enfim, ricos e pobres, todos se dirigiam a ele em busca de conselhos e de orientação
espiritual segura. Também foi eleito superior e, quando seu período na direção
da comunidade terminou, voltou a reassumir, com alegria, a sua simples função
de cozinheiro. E foi na cozinha do convento que ele morreu, no dia 4 de abril
de 1589, como um simples frade franciscano, em total desapego às coisas
terrenas e à sua própria pessoa, apenas um irmão leigo gozando de grande fama
de santidade, que o envolve até os nossos dias. Foi canonizado em 1807, pelo
papa Pio VII. Seu culto se espalhou pelos quatro cantos do planeta. Em 1652, já
era o santo padroeiro de Palermo, mais tarde foi aclamado santo padroeiro de
toda a população afro-americana, mas especialmente dos cozinheiros e
profissionais da nutrição. E mais: na igreja do Convento de Santa Maria de
Jesus, na capital siciliana, venera-se uma relíquia de valor incalculável: o
corpo do "santo Mouro", profetizado na infância e ainda
milagrosamente intacto. Assim foi toda a vida terrena de são Benedito, repleta
de virtudes e especiais dons celestiais provindos do Espírito Santo.
Santa Maria Faustina Kowalski
Não podemos dizer que exista alguma novidade numa irmã que
fale sobre a Misericórdia Divina e do nosso dever de ser misericordioso. Assim
como sabemos que, sob a insígnia da Misericórdia, nasceram muitas comunidades e
instituições cristãs, ao longo de todos os tempos. O diferencial de santa
Faustina foi ter dado vida, sob essa insígnia, a um grande movimento
espiritual, justamente quando a humanidade mais carecia de misericórdia: entre
as duas guerras mundiais. Nascida na aldeia Glogowiec, na Polônia central, no
dia 25 de agosto de 1905, em uma numerosa família camponesa de sólida formação
cristã, foi batizada com o nome de Helena, terceira dos dez filhos de Mariana e
Estanislau Kowalski. Desde a infância, sentiu a aspiração à vida consagrada,
mas teve de esperar diversos anos antes de poder seguir a sua vocação. Mas
desde aquela época só fez percorrer a via da santidade. Aos dezesseis, anos
deixou a casa paterna e começou a trabalhar como doméstica, na cidade de
Varsóvia, da Polônia independente. Lá, maturou na oração a sua verdadeira
vocação de religiosa. Assim, em 1925, ingressou na Congregação das Irmãs da
Bem-Aventurada Virgem Maria da Misericórdia, adotando o nome de Maria Faustina.
O carisma desse Instituto está voltado para a educação das jovens e para a
assistência das mulheres necessitadas de renovação espiritual. Após concluir o
noviciado e emitir os votos perpétuos, percorreu diversas casas, exercendo as
mais diversas funções, como cozinheira, jardineira e porteira. Teve uma vida
espiritual muito rica de generosidade, de amor e de carismas, que escondeu na
humildade do seu cotidiano. Irmã Faustina, como era chamada, ofereceu-se a Deus
pelos pecadores, sobretudo por aqueles que tinham perdido a esperança na
Misericórdia Divina. Nutriu uma fervorosa devoção à eucaristia e à Virgem
Maria, e amou intensamente a Igreja. Com freqüência, era acometida por visões e
revelações, até que seu confessor e diretor espiritual lhe sugeriu anotar tudo.
Assim, em 1934 ela começou a escrever um diário, intitulado "A Divina
Misericórdia em minh'alma", mais tarde traduzido e publicado em vários
países. Em seu diário, irmã Faustina escreveu que à perfeição chegamos através
da união íntima da alma com Deus, e não por meio de graças, revelações ou
êxtases. Ela se manteve sempre tão humilde que não acreditava, na sua própria
experiência mística, um sinal de santidade. Expressou todo o seu amor ao Senhor
por meio de uma fórmula muito simples, que fez questão de propagar entre os
fiéis: "Jesus, confio em vós". Consumida pela tuberculose, ela morreu
no dia 5 de outubro de 1938, com apenas trinta e três anos de idade, na cidade
de Cracóvia, Polônia. Beatificada em 1993, foi proclamada santa Maria Faustina
Kowalski pelo papa João Paulo II em 2000. As suas relíquias são veneradas no
Santuário da Divina Misericórdia, de Cracóvia.
Francisco Xavier Seelos
Francisco Xavier Seelos nasceu no dia 11 de janeiro de 1819,
em Füssen, na região da Baviera, Alemanha. Era um entre os onze filhos do casal
Magno e Francisca, e teve na família o grande incentivo para sua vida de
consagração a Deus. Seu pai, um simples comerciante de tecidos, a partir de
1830 passou a ser o sacristão na paróquia de São Magno, da sua cidade natal.
Assim foi que o menino Francisco, após concluir os estudos filosóficos, seguiu
admitido no Seminário de Mônaco da Baviera em 1842. No mesmo ano, abraçou o
carisma da Congregação do Santíssimo Redentor, fundada por santo Afonso Maria
de Ligório. Mas, impressionado com as informações sobre a falta de assistência
religiosa e social com que se deparavam os imigrantes alemães nos Estados
Unidos da América do Norte, pediu para trabalhar como missionário naquele país.
Assim, partiu em 1843. Após um ano de noviciado, recebeu a ordenação sacerdotal
na igreja de São Tiago de Baltimore, em Maryland, nos Estados Unidos, dedicando
todo o seu apostolado à causa dos imigrantes alemães naquele país. Alguns meses
depois, foi transferido para Pittsburg, na Pensilvânia, onde trabalhou como vice-pároco
de João Neumann, superior da comunidade dos redentoristas e, hoje, também
venerado como santo pela Igreja Católica. Participou nas "Missões das
Paróquias" em várias localidades, sempre se distinguindo como grande
pregador, bom confessor e zeloso pastor dos pobres e marginalizados. O ponto
fundamental do seu apostolado era o ensino da catequese para o crescimento da
comunidade paroquial. Cuidou, também, da formação de outros redentoristas.
Sendo o encarregado de estudos, infundia nos seminaristas entusiasmo, espírito
de sacrifício e zelo apostólico. Em 1860, o bispo de Pittsburg propôs ao papa
Pio IX o nome de Francisco Xavier Seelos como seu sucessor, mas este escreveu
ao sumo pontífice pedindo que fosse nomeado outro sacerdote no seu lugar.
Depois disso, entre 1863 e 1866, trabalhou como missionário itinerante em
vários outros estados e, quando lhe foi designada a comunidade de New Orleans,
ali permaneceu pouco tempo, pois, na assistência pastoral a vários doentes,
contraiu a febre amarela. Ele suportou a enfermidade com paciência e
resignação, mas foi obrigado a afastar-se de quase todas as atividades
pastorais. Faleceu na noite de 4 de outubro de 1867. Francisco Xavier Seelos
foi beatificado no solene Ano Jubilar de 2000 pelo papa João Paulo II, que
designou sua comemoração litúrgica para o dia seguinte à data de sua morte.
Oração do dia 05/10/2012
Pai, move-me à conversão e à penitência diante do testemunho
de Jesus, de modo que eu não incorra em castigo por minha incapacidade de
reconhecer o apelo da salvação!
Deus nos fala dia 05/10/2012
Jó reconhece que
falou com insensatez, e por isso se sente pequenino diante de Deus. Se não
estivermos atentos às coisas de Deus, corremos o grande risco de ser traídos
por nossas ideias e concepções. Deus há de ocupar o primeiro lugar sempre em
nossa vida. Acolhamos o que nos diz o Senhor!
Leitura do dia 05/10/2012
Jó 38,1.12-21; 40,3-5
Leitura do Livro de Jó: 1O Senhor
respondeu a Jó, do meio da tempestade, e disse: 12 “Alguma vez na
vida deste ordens à manhã, ou indicaste à aurora o seu lugar, 13
para que ela apanhe a terra pelos quatro cantos, e sejam dela sacudidos os
malfeitores? 14 A terra torna a argila compacta,
e tudo se apresenta em trajes de gala, 15mas recusa-se a luz dos
malfeitores e quebra-se o braço rebelde. 16Chegaste perto das nascentes do
Mar, ou pousaste no fundo do Oceano? 17 Foram-te franqueadas as portas da
Morte, ou viste os portais das Sombras? 18 Examinaste a extensão da Terra?
Conta-me, se sabes tudo isso! 19 Qual é o caminho para a morada da
luz, e onde fica o lugar das trevas? 20 Poderia alcançá-las em seu
domínio e reconhecer a acesso à sua morada? 21 Deverias
sabê-lo, pois já tinhas nascido e grande é o número dos teus anos!” 40,3
Jó respondeu ao Senhor, dizendo: 4 “Fui precipitado. Que te posso
responder? Porei minha mão sobre a boca. 5 Falei uma vez, não replicarei; uma
segunda vez, mas não falarei mais”. Palavra do Senhor!
— Graças a Deus!
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